Amores já acordei, já sentei no sofá, e digo sem rodeio: o BBB 26 resolveu discutir estética corporal como se fosse pauta oficial da semana. E não foi em tom acadêmico, foi no modo comentário atravessado, daqueles que rendem eco fora da casa.
Tudo começou quando Solange Couto, do Camarote, resolveu opinar sobre os procedimentos estéticos feitos por Jordana Morais antes de entrar no programa. Observando o Queridômetro, Solange soltou que a sister não teria nem idade nem corpo para tantas intervenções e listou bunda, peito e rosto como exemplos. Falou, deixou no ar e seguiu o jogo.
Horas depois, Babu Santana engrossou o coro durante uma conversa com Chaiany Andrade. Disse que Jordana seria artificial dos pés à cabeça, comparou a postura dela a personagens recorrentes do reality e questionou o comportamento social da sister dentro da casa. A frase rodou rápido e saiu do confinamento com força.
Do lado de fora, a internet fez o que a internet sempre faz. Teve quem criticasse o tom usado para falar de outra mulher, teve quem concordasse com o diagnóstico estético e teve quem lembrasse que o corpo alheio não é pauta coletiva. O debate virou menos sobre jogo e mais sobre limite.

No meio disso tudo, existe o dado concreto. Antes de entrar no BBB 26, Jordana revelou ao Gshow que gastou mais de R$ 40 mil em procedimentos estéticos. Rinoplastia, silicone, lipoaspiração, botox e harmonização facial estão na lista. Informação confirmada, sem fofoca adicional.
Aqui do meu camarim imaginário, faço só uma observação de quem já viu muitas edições passarem. Reality adora transformar aparência em narrativa moral. Hoje é procedimento estético, amanhã é postura, depois é tom de voz. O jogo segue, mas o espelho sempre aumenta tudo.