Se segure, meu amor, porque ontem (16), A Fazenda 17 serviu o tipo de caos que nem a Record tem HD suficiente pra processar. Foi tiro, porrada, gritaria, passado desenterrado, e Rayane Figliuzzi perdendo a compostura como se estivesse num episódio especial de “Eu Não Fiz Nada, Eu Juro!”.
Tudo começou quando Dudu Camargo, com aquela postura de santo das trevas, resolveu abrir a caixa-preta da influenciadora. Ele não jogou shade, ele jogou uma usina nuclear de treta na cara da peoa.
O primeiro míssil: Belo. Sim, ele mesmo. O cantor, ator e atual queridinho de Três Graças virou personagem principal sem sequer estar no elenco do reality.

Dudu contou, com a precisão de quem ensaiou no espelho, que Rayane teria dito que o terapeuta dela conversou com o pagodeiro: “Belo, tira o cachorro da cama porque seu casamento tá em risco.”
O Brasil parou. O fazendeiro da semana travou. A baia inteira virou testemunha de defesa. Rayane? Minha filha… ela virou uma frigideira antiaderente no fogo alto. “Tira o nome do meu namorado da sua boca!”
Mas Dudu, o reizinho da polêmica, não apenas ignorou, ele subiu no salto 18 e desfilou por cima da alma da moça. Disse que Belo era muito mais respeitoso com o público do que ela e seguiu firme no deboche consciente.
Aí, Rayane arremessou a granada que todo mundo estava esperando: A TOALHA. “Escondeu a toalha onde? Atrás do micro-ondas? A toalhada cagada?”
O estúdio caiu. O Playplus travou. O Brasil gritou: MEU DEUS, ISSO FOI DITO.
Mas se engana quem pensa que Dudu recuou. Ele fez o que sabe fazer: baixou o modo jornalismo investigativo das profundezas.
Falou de “dinheiro fácil”, de “corpo mole na prova”, e então veio o golpe final: Rayane foi presa em 2022 por suspeita de integrar uma quadrilha que aplicava golpes em idosos. Minha filha, o silêncio que se estabeleceu na sala não foi paz, foi LUTO.
Ele ainda acusou a peoa de tentar enganar o público no trato com os animais: “Ô minha filha, acorda. Vai fazer o trato. É a vida do bicho em jogo.” E assim, Dudu transformou a noite em um tribunal, Rayane em ré nervosa e Belo em espectador involuntário do caos.
Eu? Eu só digo uma coisa: Se ontem foi guerra, amanhã é pós-guerra. E eu tô com a pipoca pronta.