Meninas, eu ainda estou tremendo. O Baile do Copa não aconteceu, ele atropelou. O Copacabana Palace virou um caldeirão de luxo, suor glam e fofoca premium, e eu saí de lá com o coração batendo no ritmo da bateria invisível do salão. Foi daqueles eventos que não acabam quando a música para. Ele continua ecoando na cabeça, no salto quebrado e no grupo de WhatsApp.

A rainha da noite foi Camila Pitanga, e isso muda o clima do salão. Camila entra e o ambiente entende que vai ter presença, charme e samba com autoridade. Ela apareceu com look pensado para brilhar, styling assinado por Pedro Salles, vestido de Henrique Filho e beleza de Rodrigo Costa. Resultado, ela virou referência visual da festa e pronto, acabou o papo.

A trilha sonora também veio com direção clara. A DJ Nicolle Sender abriu os trabalhos, depois a pista esquentou com DJ Ronnie Borges, teve a passagem do Bloco do Serjão e, para fechar, Ronnie voltou para segurar o pique até o fim. Não foi noite de som genérico, foi programação com roteiro.




E sim, teve a parte que o povo ama fingir que não liga, comida e bebida. O baile ofereceu buffet exclusivo assinado pelo chef italiano Nello Cassese com a equipe de banquetes, e os bares estrategicamente espalhados entregaram open bar com rótulos premium. Traduzindo, ninguém precisou sofrer em silêncio com copo vazio, e isso num baile desses é quase cláusula de contrato.


No fim, o Baile do Copa fez o que promete todo ano, pegou o imaginário do Brasil, deu uma polida de hotel icônico e entregou uma noite com música, fantasia e aquela sensação deliciosa de que o Rio ainda sabe ser teatro. E, claro, com Camila Pitanga reinando, fica difícil alguém discutir quem foi a estrela.

