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Kátia Flávia
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Após relato de Andressa Urach, especialista alerta para os primeiros sinais do autismo na infância

Kátia Flávia

16/04/2025 10h00

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, influenciadora emociona ao dividir descoberta sobre o caçula de 3 anos e especialistas reforçam importância da escuta familiar.

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, influenciadora emociona ao dividir descoberta sobre o caçula de 3 anos e especialistas reforçam importância da escuta familiar.

A influenciadora Andressa Urach, de 37 anos, abriu o coração no Dia Mundial de Conscientização do Autismo (02/04) ao revelar que seu filho caçula, Leon, de apenas 3 aninhos, foi diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O relato tocante expôs a jornada da família, que percebeu atrasos na fala e na caminhada do menino — sinais que acenderam o alerta sobre o desenvolvimento do pequeno.

Com a repercussão do caso, o educador e especialista em inclusão Nilson Sampaio entrou no debate para lembrar que detectar os sinais precocemente pode fazer toda a diferença. E reforçou o que toda mãe já sente na pele:

“Primeiramente, o coração de mãe não se engana. Se houver qualquer suspeita, o mais indicado é procurar um profissional o quanto antes”, afirmou.

Sampaio listou alguns comportamentos que, quando recorrentes, merecem atenção e investigação, como:

  • Pouco senso de perigo
  • Agitar braços ou balançar mãos com frequência
  • Observar os próprios dedos com insistência
  • Menor sensibilidade à dor
  • Fascínio por objetos que giram
  • Tapar as orelhas com frequência
  • Caminhar nas pontas dos pés
  • Andar em círculos
  • Cobrir os olhos repetidamente

Mas calma! Nem todo sinal isolado é motivo de pânico. O especialista destaca que não existe um padrão rígido e cada criança é única.

“Os sintomas podem variar em intensidade e forma, por isso a avaliação profissional é indispensável”, explicou Sampaio.

O diagnóstico de Leon, segundo Andressa, foi um passo importante para garantir a melhor qualidade de vida ao filho. E é exatamente isso que o especialista reforça: quanto mais cedo o transtorno for identificado, maiores são as chances de estímulos adequados, inclusão e desenvolvimento.

“A informação é a principal aliada das famílias”, conclui o educador.

Um lembrete poderoso de que amor, atenção e escuta ativa são os maiores superpoderes das famílias nesse caminho de descobertas e aprendizados. 

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