Amores, estou com algumas amigas do Arpoador saboreando algumas ostras frescas ao molho de vinagrete de champagne à beira-mar. E entre um gole e outro na caipifruta de uva, elas me contaram que um ator veterano criticou com firmeza e sinceridade as atuações de Regina e Mário à frente da secretaria da Cultura no governo anterior.

Meu bem, acontece que, durante entrevista à coluna Gente, do Veja, o ator Antonio Grassi, de Chocolate com Pimenta (2003), desabafou sobre o preconceito que os atores Regina Duarte e Mário Frias, enquanto secretários de Cultura no governo Bolsonaro, reforçaram contra artistas nacionais.
“É trágico dizer o que vou dizer, mas dali não se aproveita nada. Não houve ali uma gestão mínima de movimento a favor ou de movimento de construção de alguma coisa”, iniciou.
E reforçou: “Mesmo não sendo um ministério, sendo uma secretaria, o trabalho tanto feito pela Regina Duarte, como feito pelo Mário Frias, foi de reforçar todo aquele preconceito que o governo tinha com relação aos artistas”.
Grassi pontuou que, em momento algum, a eterna “namoradinha do Brasil” ou Frias se empenharam em esclarecer os boatos de que os artistas ligados exploravam o governo através da Lei Rouanet.
“A ideia de que éramos, como eles diziam, ‘mamadores da Lei Rouanet’, como se os artistas fossem privilegiados e usufruíssem de recurso público. O que é uma fake news, uma falácia”, completou.

Amores, é nítido que, apesar da experiência cultural que os atores no comando da pasta tiveram no decorrer da carreira, não houve melhora ou evolução para a classe artística naquele momento. Fato que me deixou perplexa!