Amores, vamos respirar fundo antes de sair surtando. Porque uma coisa é ser provocativa. Outra é brincar com o limite do bom senso. E Andressa Urach, como todo mundo sabe, vive exatamente nessa linha fina entre o choque calculado e o exagero que incomoda.
A postagem da vez veio daquele jeito que ela adora. Frase misteriosa, clima de suspense, promessa de algo muito pedido e, para completar, a imagem ao lado do próprio filho. Pronto. Bastou isso para a internet entrar em estado de alerta.
Eu, sinceramente, estou torcendo muito para que tudo isso seja apenas um golpe de marketing. Daqueles bem pensados, bem ensaiados, feitos para gerar clique, comentário e burburinho. Porque é disso que ela vive. Sempre viveu. E tudo bem. Cada um joga com as armas que tem.

Agora, vamos combinar uma coisa com maturidade. Existe um limite. E esse limite precisa ser respeitado. O máximo que se espera, e aqui falo como mulher, mãe e cidadã, é que esse vídeo não passe de algo simbólico, neutro, talvez uma participação indireta, uma cena comum, nada que misture papéis, imagens ou mensagens que não cabem numa relação de mãe e filho.
Porque aí, minha gente, não é mais provocação. É outra coisa.
A própria Andressa dá a entender que sabe do impacto do que faz. Diz que demorou, que pensou, que só gravou quando se sentiu pronta. Isso mostra que há consciência do peso da repercussão. E é justamente por isso que a expectativa precisa ser tratada com responsabilidade.

Ninguém aqui está julgando a trajetória dela. Andressa construiu sua carreira rompendo tabus, goste-se ou não. Mas existe uma diferença enorme entre ousadia e ultrapassar um limite que não deveria nem ser flertado.
A torcida, portanto, é uma só: que seja marketing. Que seja narrativa. Que seja estratégia. E que não passe disso.
Porque chega um momento em que o choque deixa de ser novidade e passa a ser desconforto. E aí, nem o público mais fiel aplaude. A bola está com ela. E o mundo está olhando.