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Kátia Flávia
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Amuleto do Super Bowl: Lady Gaga volta pela terceira vez e rouba a cena no show de Bad Bunny

Headliner em 2017, figurinha surpresa no pré‑game de 2025 e agora “intrusa” mais comentada do halftime latino de Bad Bunny, Lady Gaga oficializou de vez seu posto de amuleto do Super Bowl e ainda transformou um show histórico do porto‑riquenho em palco próprio por alguns minutos.

Kátia Flávia

09/02/2026 8h15

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Bad Bunny chamou Lady Gaga para uma participação especial no seu show no Super Bowl. Foto: reprodução/Kyle Terada/lmagn Images via Reuters

Eu avisei, meus amores. Toda vez que tem Super Bowl, em algum canto do estádio existe uma Lady Gaga pronta para causar. Desta vez, ela resolveu surgir no halftime histórico de Bad Bunny como quem diz “licença, esse gramado também é meu”. E pronto. Bastaram poucos minutos para a internet esquecer quem era o headliner oficial e correr para abraçar a velha conhecida, aquela mesma, Lady Gaga, a amuleta oficial da NFL segundo o meu instituto Data Kátia.

Bad Bunny entrou fazendo aula magna de cultura latina. Tudo em espanhol, estética de bairro, bandeiras de Porto Rico, clima de carnaval caribenho em escala de estádio. Eu aplaudindo, respeitando, emocionada. Até que, do nada, surge ela. Vestido azul bebê, detalhes vermelhos, postura de quem sabe que a câmera ama e obedece. Gaga pisa no palco como uma diva gringa em excursão antropológica pelo perreo e transforma o halftime em trailer de cinema pop.

Ela canta “Die With a Smile” sem Bruno Mars, com banda ao vivo e arranjo feito para ecoar no concreto do estádio. A câmera entra em estado de paixão platônica. Bad Bunny vira meu querido coadjuvante premium, dançando ao redor, reagindo, assistindo ao próprio show como se estivesse na grade VIP. Cena linda. Cena humilhante. Cena de reality show que muda o jogo no meio do episódio.

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Bad Bunny leva cultura latina para show com Lady Gaga. Foto: Getty Images

E aí entra o contraste que eu amo, venero e estudo como se fosse tese. Ele entrega uma casita latina no meio do Levi’s Stadium, foge do padrão americano, bate no peito e diz “isso aqui também é Super Bowl”. Ela entra toda glam, cantando em inglês, criando aquele recorte que funciona no TikTok da Islândia, no feed da Coreia e no grupo da família no WhatsApp. Resultado. A internet decidiu ali, sem votação, sem VAR, sem revisão.

Esse caso de amor entre Gaga e o Super Bowl já virou relacionamento sério. Em 2017, ela desceu do teto, comandou drones e deixou um halftime que até hoje serve de régua. Em 2025, apareceu de surpresa no pré-jogo, como quem passa para dar um oi e acaba roubando a festa. Agora, em 2026, atravessa o show de Bad Bunny, pega o buquê simbólico da noite e sai carregada pelos memes, rankings e cortes de vídeo mundo afora.

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