AHAHAHAHAHAHAHAHA, que loucura , minha gente! A saída de Henri Castelli do Big Brother Brasil 26 conseguiu algo raro. Deixou a casa muda, confusa e meio sem saber se estava num reality, num retiro espiritual ou numa encenação de teatro experimental.
Minutos depois do anúncio feito por Tadeu Schmidt, alguém achou uma ótima ideia montar um altar improvisado em plena sala. Em cima da mesa. Com direito à garrafa usada por Henri, agora promovida a objeto quase sagrado.
Brígido passou, parou, abriu os braços e começou a rezar ali mesmo, concentrado, sério, compenetrado. Zero ironia. Parecia pedir proteção divina, explicação cósmica e talvez um manual de instruções do BBB 26.
A cena ficou ainda melhor quando Juliano Floss resolveu acompanhar. Começou uma oração, sentiu o peso do ambiente, percebeu que tinha entrado numa roubada espiritual e saiu de fininho. Foi o momento mais lúcido da noite.
O choque veio porque ninguém esperava. Durante a primeira Prova do Líder, Henri passou mal, precisou de atendimento e, ao voltar para a casa, teve um episódio de convulsão. A produção agiu rápido e puxou o freio de mão do jogo.
Resultado prático? Um BBB que mal começou e já entregou drama, ritual improvisado e uma sequência de imagens que a Globo jamais imaginou editar. O público, claro, fez o que sabe fazer melhor. Printou, comentou e riu nervoso.
Se a ideia era mostrar que o BBB 26 veio pesado, missão cumprida. Aqui, até eliminação vira cerimônia.