Amores, vamos combinar uma coisa? O Rio de Janeiro simplesmente resolveu humilhar o planeta na virada do ano. Não teve Paris, não teve Dubai, não teve Nova York que segurasse. O que aconteceu em Copacabana foi de outro nível, de outro tempo, de outro patamar. E o nome por trás desse espetáculo tem nome, sobrenome e aura internacional: Alok.

Eu confesso. Fiquei passada. Perplexa. Em estado de choque estético. O que esse homem fez na praia mais famosa do mundo foi coisa de quem entendeu o tamanho do palco que tinha nas mãos. Alok não deu um show. Ele criou uma experiência sensorial, emocional e simbólica que entrou direto para a história do Réveillon carioca.
Logo nas primeiras horas de 2026, Copacabana virou um cenário de filme. Mais de 1.250 drones desenharam no céu imagens que arrancaram suspiros coletivos, com destaque para o Cristo Redentor formado em luz, tecnologia e emoção. Um momento que fez a multidão silenciar antes de explodir em aplausos. Aquilo ali não foi só bonito. Foi arrebatador.

Enquanto isso, no chão, mais de cinco milhões de pessoas vibravam juntas, de olhos para o alto, sentindo que estavam vivendo algo único. A trilha sonora, milimetricamente pensada, misturava emoção, batida, espiritualidade e celebração. Alok entendeu exatamente o espírito da virada: não era só festa, era um rito.
E vamos falar a verdade? O Brasil mostrou, mais uma vez, que sabe fazer espetáculo como ninguém. Mas foi Alok quem costurou tudo com precisão cirúrgica. Luz, fogo, drones, música, narrativa. Nada estava ali por acaso. Tudo tinha intenção, ritmo e impacto.
O resultado foi um dos momentos mais comentados da noite, viralizou nas redes, atravessou fronteiras e colocou o Réveillon de Copacabana em outro patamar. Não é exagero dizer que ali nasceu um novo padrão de show a céu aberto na América Latina.

No fim, o que ficou foi aquele silêncio bom, de quem acabou de ver algo grandioso demais para explicar. E a certeza de que, quando o Rio resolve brilhar, ele não pede licença. Ele simplesmente acontece.
E Alok? Ah… Alok saiu consagrado. Não só como DJ. Mas como arquiteto de um dos maiores espetáculos que essa cidade já viu.