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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Aline Campos perde a linha no BBB 26 por causa de comida enquanto Ana Paula escuta fria

Discussão sobre compra de ovos vira monólogo exaltado de Aline, com acusações, dedo em riste e “tá gravado”.

Kátia Flávia

18/01/2026 9h30

Discussão sobre compra de ovos vira monólogo exaltado de Aline, com acusações, dedo em riste e “tá gravado”.

Ana Paula não grita, não debate, mantém a regra e deixa a colega se desgastar sozinha.

Amores, essa cena do Big Brother Brasil 26 não foi um barraco clássico. Foi coisa mais sofisticada. Foi desgaste psicológico em câmera lenta. E quem se perdeu no caminho foi Aline Campos a que se diz , zen!

Tudo começa quando Aline ex Riscado, tenta justificar, pela enésima vez, por que queria comprar uma caixa extra de ovos. Ela explica, detalha, argumenta, repete. Diz que não come carne, que não toma café da manhã, que abre mão da proteína animal para os outros, mas que precisa comer para aguentar provas e rotina. Diz que avisou antes das compras. Diz que tinha estaleca. Diz que foi podada.

A fala cresce. Vira cobrança. Vira acusação direta. Aline afirma que a decisão de não comprar nada extra foi imposta em nome de uma “comunidade”, regra que, segundo ela, caiu exatamente sobre quem tinha uma restrição alimentar. E aí vem a frase que sela o clima. “Tá gravado”. Não uma vez. Mais de uma.

Enquanto isso, Ana Paula Renault faz o oposto. Ela não discute. Não entra no looping. Escuta com expressão neutra, beirando o cinismo, responde curto e mantém a posição. Diz que a regra era coletiva. Que ninguém compraria nada extra. Que se alguém quisesse doar ovo, tudo bem. Ela, não. O ovo dela não entra na negociação.

Aline continua. Questiona o tom. Diz que está sendo podada. Fala em saúde. Fala em direito. Fala em injustiça. A voz sobe. A emoção aparece. Ana Paula reage sem emoção nenhuma. Afirma que Aline está gritando, pede para relaxar e solta a frase mais gelada da noite. “Eu falo do jeito que eu quiser, com quem eu quiser”.

E pronto. O contraste fica escancarado. De um lado, Aline gastando energia, se explicando, se exaltando, tentando convencer a casa e o público. Do outro, Ana Paula escutando, mantendo a regra e deixando o silêncio trabalhar a favor dela.

Não foi uma troca equilibrada. Foi um monólogo nervoso enfrentando uma parede fria. A discussão existiu, sim. Mas quem perdeu a linha foi uma só.

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