Uma punição em “A Fazenda 18” deixou os participantes sem gás encanado e forno elétrico por 24 horas e provocou uma briga explosiva entre Mônica Fonseca, Ariela Carasso e Maíra Charken. O barraco começou por causa do uso das pias da sede por um morador da Baia e terminou em ataques pessoais.
Eu saí da Quinta da Regaleira puxando o casaco contra o vento de Sintra e fui lendo a confusão a caminho do almoço. Minha filha, cortaram o gás por um dia e as três resolveram produzir uma usina própria de fogo. Se a produção queria conteúdo, recebeu pacote completo com gritaria, perdigoto e limpeza emocional atrasada.

Ariela reclamou que costuma ser criticada quando causa punições e disse que, naquele caso, a infração não teria sido acidental. Mônica rebateu a rival e disparou: “Eu falo onde eu quiser, de quem eu quiser, quando eu quiser. Coitada!”.
Eu entrei no carro e quase pedi para o motorista baixar o volume do celular. Porque não existe “coitada” dito naquele tom que venha sozinho, né? Ele sempre chega trazendo uma mala cheia de rancor, uma cadeira para derrubar e pelo menos três indiretas vencidas.
Mônica acusou Ariela de provocar e de atacá-la durante o confinamento. “Você pode jogar cabelo, pode assoprar na minha cara, pode cuspir na minha cara também que eu não serei baixa que nem você”, afirmou a empresária durante a discussão.
Maíra entrou na briga e ironizou a postura de Mônica: “É chulo, linguagem chula. Só acorda, xinga, assopra perdigoto e lava banheiro”. Mônica reagiu defendendo as tarefas domésticas e retrucou que alguém precisava limpar o local, já que, segundo ela, a adversária não faria nada.
Eu cheguei ao Tascantiga e fiquei parada na porta antes de entrar, porque essa conversa de “limpeza de dentro para fora” virou uma faxina verbal de proporções industriais. Maíra respondeu que “a limpeza tinha que ser de dentro para fora”, e Mônica devolveu chamando a rival de “acamada”.

Ariela então listou insultos que afirmou ter ouvido de Mônica, como “otária”, “burra”, “lenta” e “víbora”. No auge da discussão, Mônica atacou: “Eu sou baixa? Além de baixa, é burra”. Eu sentei à mesa e dei meu veredito: faltou gás na sede, mas sobrou combustível para uma temporada inteira de briga.