Eu vou te contar, porque essa história veio com cara de fofoca de rede social, mas desembarcou rapidinho no padrão drama premium, meu telefone não parou mesmo viajando para Itália , estou ligada nas fofocas globais. Alanis Guillen, hoje um dos nomes mais visíveis de “Três Graças”, rompeu com Giovanna Reis depois que prints antigos atribuídos à produtora começaram a circular com força nas redes. O término foi noticiado nesta quarta, 18 de março, e veio embalado por uma nota em que a atriz rejeita qualquer discurso de ódio e reforça que segue guiada por integridade e respeito. 

Na lista que incendiou a internet, aparecem postagens atribuídas a Giovanna entre 2011 e 2013, em um antigo perfil do X, com conteúdo classificado por veículos e internautas como racista, transfóbico, gordofóbico e homofóbico. Entre os trechos que mais viralizaram, está a frase “Porque negro é legal só às vezes, aprendam”, além de comentários ofensivos sobre raça, identidade de gênero e aparência física. Traduzindo o estrago, não foi um print isolado tropeçando sozinho no feed, foi um combo de posts velhos que ressuscitou com a delicadeza de um piano caindo do décimo andar. 
Nos bastidores, a coisa ganhou peso de vida real. Segundo relatos publicados nesta quarta, Alanis ficou abalada com a repercussão, teria chorado durante as gravações e recebido apoio psicológico da emissora, além do acolhimento de colegas como Gabriela Medvedovsky. Giovanna, por sua vez, ainda não havia se pronunciado publicamente nos relatos consultados e teria desativado o Instagram depois da avalanche de críticas, o que, convenhamos, na linguagem das redes é aquele sumiço que grita mais do que muito textão mal escrito. 
Tem ainda um detalhe de roteiro que ajuda a explicar o tamanho do abalo. Fontes citadas nas reportagens dizem que a relação já vinha enfrentando altos e baixos e que um episódio no Carnaval de Salvador teria deixado Alanis incomodada antes mesmo da explosão dos prints. Aí entrou a internet com seu hábito nada terapêutico de desenterrar passado em HD, e o namoro foi para o beleléu em praça pública. No fim, Alanis fez o que precisava fazer para não deixar dúvida sobre de que lado está, e Giovanna virou o tipo de nome que o algoritmo ama, mas ninguém quer ver colado no próprio CPF emocional.