Amores, eu estava aqui tomando meu café dramático de colunista internacional e quase engasguei com o croissant. A Airbnb, que eu chamo carinhosamente de Dona AirBê, resolveu fincar salto 15 tecnológico em solo brasileiro e anunciou um Hub de Engenharia no Brasil. Sim, meu bem, um QG de cérebros.
Segundo o comunicado cheio de palavras corporativas que eu leio traduzindo para fofoca premium, a plataforma quer contratar até 40 profissionais ao longo de 2026. É engenheiro de software Android, iOS, frontend, gerente de engenharia, gente de infraestrutura, busca, nuvem. Um verdadeiro elenco de reality show tech, só que em vez de prova do líder, a disputa é por código limpo e performance.
A Dona AirBê já vinha de olho no Brasil faz tempo. Cresceu por aqui, sentiu o cheirinho de talento local e decidiu oficializar o romance. O foco pesado será em infraestrutura para Android, desenvolvimento de produtos globais e integração com equipes espalhadas pelo mundo. Traduzindo no meu idioma Kátia Flávia: querem os nossos cérebros brilhando na passarela internacional da tecnologia.
Fiama Zarife, diretora geral da empresa na América do Sul, apareceu no comunicado defendendo o Brasil como celeiro de profissionais excepcionais. Eu imagino ela apontando o mapa e dizendo: é aqui que está o plot twist do setor tech.
As vagas são para residentes no Brasil, então nada de fazer carinha de intercâmbio improvável. Quem quiser entrar nesse baile high tech precisa correr para a página de carreiras da empresa e ver os detalhes.
Enquanto isso, eu fico aqui observando. Se até a Airbnb está abrindo quartel-general de engenharia por aqui, é porque o Brasil virou personagem principal dessa temporada corporativa. E eu adoro quando a gente deixa de ser figurante e vira protagonista de capa internacional.