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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Afinal de contas, por que Nego Di foi preso? 

O humorista e influenciador foi preso em sua residência na manhã deste domingo (14) por crime de estelionato.

Kátia Flávia

14/07/2024 14h30

Afinal de contas, por que Nego Di foi preso? O humorista e influenciador foi preso em sua residência na manhã deste domingo (14) por crime de estelionato. Amigas, estou aproveitando que o sol apareceu aqui no Rio de Janeiro para tomar uns drinks num quiosque lá em Copacabana com minhas amigas. Assim que chegamos lá, acabei ouvindo um casal que estava na aréa externa comentando que o humorista e ex-BBB Nego Di havia sido preso neste domingo (14),na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis, Santa Catarina. Vale lembrar que eu mencionei anteriormente que o influenciador era alvo de uma investigação do Ministério Público do RS por suspeita de lavagem de dinheiro. Mas esse não teria sido o motivo da prisão do gaúcho, ele foi detido por outra investigação, deste estelionato, realizada pela Polícia Civil desde 2022. Segundo as investigações, ele é suspeito de lesar pelo menos 370 pessoas com a venda de produtos por meio de uma loja virtual da qual é proprietário – mas os produtos nunca foram entregues. A apuração da Polícia Civil indica que a movimentação financeira em contas bancárias ligadas a ele na época, em 2022, passa de R$ 5 milhões. Através de sua loja virtual Tadizuera, o influenciador fazia a divulgação em seus perfis nas redes sociais dos produtos à venda, como aparelhos de ar-condicionado e televisores, muitos deles com preços abaixo do de mercado – uma televisão de 65 polegadas, por exemplo, era vendida a R$ 2,1 mil. Segundo a Polícia Cívil, parte dos seguidores do influenciador comprou os produtos, mas nunca recebeu.

Amigas, estou aproveitando que o sol apareceu aqui no Rio de Janeiro para tomar uns drinks num quiosque lá em Copacabana com minhas amigas. Assim que chegamos lá, acabei ouvindo um casal que estava na aréa externa comentando que o humorista e ex-BBB Nego Di havia sido preso neste domingo (14) na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis, Santa Catarina. 

Vale lembrar que eu mencionei anteriormente que o influenciador era alvo de uma investigação do Ministério Público do RS por suspeita de lavagem de dinheiro. Mas esse não teria sido o motivo da prisão do gaúcho, ele foi detido por outra investigação, deste estelionato, realizada pela Polícia Civil desde 2022. 

Segundo as investigações, ele é suspeito de lesar pelo menos 370 pessoas com a venda de produtos por meio de uma loja virtual da qual é proprietário – mas os produtos nunca foram entregues. A apuração da Polícia Civil indica que a movimentação financeira em contas bancárias ligadas a ele na época, em 2022, passa de R$ 5 milhões. 

Através de sua loja virtual Tadizuera, o influenciador fazia a divulgação em seus perfis nas redes sociais dos produtos à venda, como aparelhos de ar-condicionado e televisores, muitos deles com preços abaixo do de mercado – uma televisão de 65 polegadas, por exemplo, era vendida a R$ 2,1 mil. Segundo a Polícia Cívil, parte dos seguidores do influenciador comprou os produtos, mas nunca recebeu. 

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