Amadas, isso aqui não é Hollywood. É tribunal, cadeira dura e relógio correndo contra. A audiência de Nick Reiner, acusado de matar os próprios pais, foi adiada no último segundo. Motivo? O advogado largou o caso e saiu pela porta da frente, sem olhar pra trás.
Alan Jackson, defensor do ator, desistiu da defesa poucos minutos antes do início da sessão. Resultado imediato. A juíza Theresa McGonigle bateu o martelo e empurrou tudo para fevereiro. Tradução livre. Sem advogado, sem audiência, sem chão.

Nick, que está preso preventivamente, agora deve ser representado por um defensor público. O enredo fica ainda mais pesado quando se lembra do contexto. Os pais, Rob e Michele Reiner, foram assassinados em dezembro de 2025. Não é fofoca leve. É tragédia familiar com holofote ligado.
Na primeira aparição após o crime, Nick surgiu usando roupa de prevenção ao suicídio. Cena forte, daquelas que calam até corredor de fórum. Soma-se a isso um histórico conhecido de problemas com drogas e passagens por clínicas de reabilitação. O pacote completo do colapso.
Aqui não tem glamour, nem trilha sonora. Tem advogado pulando fora, juiz adiando, réu isolado e um sobrenome famoso virando peso morto. Kátia Flávia olha para esse script e avisa. Quando a defesa abandona o barco antes da audiência começar, não é estratégia. É sinal vermelho piscando em caixa alta.