RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS)
A apresentadora Xuxa Meneghel,63, voltou a comentar, nesta quarta-feira (15), as acusações conspiratórias de que seus discos, lançados entre os anos 1980 e o início dos 2000, conteriam mensagens subliminares de cunho satanista. Conhecida como “rainha dos baixinhos”, ela afirmou que seu trabalho sempre esteve associado a conteúdos positivos.
A manifestação ocorreu após um vídeo do teólogo Alan Gentil, que abordou o fenômeno da “pareidolia auditiva” -quando o cérebro interpreta sons aleatórios como algo reconhecível- para explicar por que ouvintes identificavam supostas mensagens ao reproduzir vinis ao contrário.
No conteúdo, o teólogo também relembra a repercussão, à época, de discursos que associavam a apresentadora a práticas satanistas, difundidos em parte por setores religiosos. “Só quem viveu, sabe! O que a Xuxa Meneghel sofreu na mão dos sensacionalistas fundamentalistas religiosos”, afirmou Gentil, ao defender que a artista foi alvo de ataques injustos por anos.
Para o teólogo, a apresentadora também foi criticada por autoridades cristãs que a acusavam de exaltar elementos de outras crenças, em meio a um contexto de intolerância religiosa.
Ao comentar a publicação, Xuxa agradeceu a abordagem e aproveitou para retomar o tema, raramente tratado por ela nos últimos anos. “Você fez um carinho na minha alma. Meu coração agradece e se sente abraçado. Por muitos anos me perguntei por que deram tanta força ao diabo e não a Deus. Minhas mensagens sempre foram de alegria e amor. Obrigada. Que Deus te dê em dobro (aliás, a todos)”, desejou a artista ao teólogo.