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Celebridades

Wagner Moura gravou cena com cocô de cachorro após vencer prêmio histórico

Na entrevista, o brasileiro disse que ganhou 18 quilos para interpretar Pablo Escobar na série “Narcos”

Redação Jornal de Brasília

06/01/2026 11h34

Foto: Reprodução

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS)

No ano passado, Wagner Moura fez história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes. Em entrevista a Seth Meyers nesta segunda-feira (6), ele explicou por que não pode ir à França receber o prêmio.

Ele ficou com vergonha de pedir folga para participar do festival. Na entrevista ao talk show americano, Wagner contou que, na época do festival, estava gravando um filme em Londres. Ele até estava de folga no dia, mas a equipe pediu que ele retornasse ao set para gravar cenas extras.

“Eu não podia dizer: eu preciso ir para Cannes porque acho que eu posso vencer um prêmio. Fiquei com vergonha, então topei”, disse o atore.

A cena que Wagner Moura gravou no dia não foi nada glamourosa. Ele disse que recebeu a notícia e logo em seguida entrou no set: “Colocaram uma sacola de plástico na minha mão e me filmaram pegando m*rda de cachorro do chão”, relembrou, fazendo o apresentador cair na risada.

Na entrevista, o brasileiro disse que ganhou 18 quilos para interpretar Pablo Escobar na série “Narcos”. O apresentador Seth Meyers elogiou: “Você está numa ótima trajetória, só fica mais bonito! Isso não acontece com muita gente em Hollywood, então parabéns”.

Seth Meyers disse que “O Agente Secreto” deu vontade de visitar o Brasil. “É um filme muito divertido, muito engraçado, dá vontade de visitar o Brasil. Eu nunca fui, mas até numa ditadura parece ser mais divertido do que qualquer coisa que eu estou fazendo”, brincou o apresentador.

WAGNER MOURA CITOU BOLSONARO NA ENTREVISTA

O ator descreveu o ex-presidente como “fascista”. De forma relutante, ele usou o termo ao explicar como “O Agente Secreto” surgiu: “O que deu origem ao filme foi o que aconteceu no Brasil entre 2018 e 2022, quando o Brasil passou por… Eu nunca sei como descrever. Tínhamos um… Um presidente fascista”.

Seth Meyers concordou com a descrição. “Acho que assim está bom. Nós temos uma ideia do que você está falando”, respondeu o apresentador.

O ator usou o termo novamente ao falar da importância do filme. “O manual fascista é atacar primeiro as universidades, os jornalistas e os artistas. E eles conseguiram transformar os artistas em inimigos do público. Então desde o ano passado, quando ‘Ainda Estou Aqui’ venceu o Oscar, ver os brasileiros torcendo pelos artistas e acreditando que nós os representamos, tem sido lindo e estou muito feliz”, refletiu.

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