RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS)
A rapper Nicki Minaj, 43, afirmou que decidiu assumir publicamente seu apoio a Donald Trump depois de se sentir desamparada por autoridades da Califórnia durante episódios de ameaças à sua segurança. A cantora, que participou de um evento na Casa Branca no início de 2026, disse que o episódio foi determinante para deixar de esconder sua proximidade com o republicano.
Em entrevista à Time, Nicki relatou que sua residência foi alvo de várias chamadas falsas de emergência, conhecidas como “swatting”, e que não recebeu retorno do governador Gavin Newsom. Segundo ela, quem ofereceu apoio foi a congressista republicana Anna Paulina Luna.
“Fiquei chocada. Nunca tinha visto alguém da política me tratar daquela forma. Foi isso que me fez dizer que eu não me importava mais em manter isso em segredo”, afirmou.
A artista disse que sua simpatia por Trump não é recente, mas que evitava expor essa posição por temer reações negativas de fãs e da indústria musical. “Eu já pensava assim sobre ele, mas não ousava agir dessa forma publicamente. Foi colocado na cabeça de todos na indústria da música que devemos ser uma família democrata”, declarou.
Nos últimos meses, a cantora tem intensificado as manifestações de apoio ao presidente. Em fevereiro, em entrevista à podcaster Katie Miller, afirmou ser “a fã número 1” de Trump. Já o presidente dos Estados Unidos respondeu recentemente com elogios públicos à artista, dizendo: “Eu amo a Nicki Minaj”.
A rapper também afirmou acreditar que outros nomes do entretenimento compartilham visões semelhantes, mas evitam se posicionar. “Muitas celebridades pensam como eu, mas não dizem isso. Às vezes, basta uma pessoa corajosa para receber o impacto primeiro”, disse.