O jogador Jorginho se envolveu em uma polêmica com a cantora Chappell Roan após um episódio ocorrido durante o Lollapalooza Brasil, em São Paulo.
Inicialmente, o atleta afirmou que um segurança teria intimidado sua enteada, de 11 anos, em um hotel. Ele acreditava que o profissional fazia parte da equipe da cantora.
Após a repercussão, novas informações indicaram que o segurança não integrava a equipe de Chappell Roan, mas trabalhava para outro artista presente no evento.
A cantora entrou em contato com a família do jogador para esclarecer o ocorrido.
Em seguida, Jorginho declarou que a situação foi um mal-entendido e pediu desculpas. Ele afirmou que reagiu ao que acreditava ser uma ameaça à sua família.
Confira a nota na íntegra:
“Quero atualizar vocês sobre o que aconteceu no fim de semana do Lolla. Nas últimas semanas muita coisa foi dita, e agora que novas informações vieram à tona, senti que era importante esclarecer tudo.
Fiz meu primeiro posicionamento no calor do momento, após saber que minha filha e minha esposa haviam sido abordadas de forma intimidatória por um segurança. Reagi como qualquer pai reagiria. Minha prioridade é, e sempre será, proteger a minha família, e foi exatamente isso que fiz.
Quero deixar claro também que a situação ocorreu conforme foi descrita originalmente. Na época, agimos com base nas informações que tínhamos naquele momento.
Desde então, tomei ciência de novas informações que mudaram meu entendimento sobre partes do ocorrido. A Chappell Roan se pronunciou publicamente, entrou em contato de forma privada com a Catherine, e nossas equipes também conversaram diretamente. Ficou claro que ela não tinha conhecimento do que aconteceu no café da manhã e que não havia pedido para ninguém se aproximar delas. Ela demonstrou compreensão e solidariedade com o que aconteceu com a nossa filha.
O próprio segurança confirmou publicamente que estava representando outro artista no hotel naquele momento. Embora ainda não saibamos o que o motivou a se aproximar delas, e não acreditemos que uma criança de 11 anos tomando café da manhã possa ser vista como qualquer tipo de ameaça à segurança, ficou claro que ele não estava agindo em nome da Chappell.
Foi, em última análise, um mal entendido nesse sentido, e fico feliz em deixar claro isso. É importante para mim que isso seja esclarecido de forma justa e precisa. Lamento o impacto que essa situação causou na Chappell Roan, na Catherine, na Ada e na nossa família.
O que eu sempre vou defender é a minha família. Mas também sei reconhecer quando as coisas não eram exatamente como pareceram no primeiro momento.
Obrigado pela solidariedade que recebemos nesse momento sensível. Quero, no entanto, deixar uma coisa bem clara: não compactuo com discurso de ódio nem com ataques online, de nenhum lado. Respeito, empatia e humildade são valores que carrego e que ensino para a minha família todos os dias.
Considero este assunto encerrado da minha parte.”