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Economia

Governo Federal: Central de Compras economiza R$ 1,2 bi em 2020

Esse é o maior volume tanto no que se refere à quantidade de processos de contratação conjunta quanto aos valores economizados

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No ano de 2020 a Central de Compras do governo federal bateu recorde de economia de recursos, alcançando R$ 1,2 bilhão, o maior volume tanto no que se refere à quantidade de processos de contratação conjunta quanto aos valores economizados.

A soma de R$ 1,2 bilhão em economia abrange contratos para a aquisição de passagens aéreas, computadores, material de escritório, serviços de apoio administrativo e de limpeza, contratação de nuvem, transporte de servidores, prestação do serviço de modo compartilhado aos órgãos, além de doações recebidas.

O maior destaque de 2020 foi a compra centralizada de notebooks, desktops e monitores, que trouxe uma economia de cerca de R$ 515 milhões. São R$ 420 milhões de economia pelo ganho de escala e outros R$ 93 milhões pela redução de processos licitatórios. O valor estimado da licitação era de R$ 1,2 bilhão e o valor final foi de R$ 831 milhões. A contratação centralizada de suítes de escritório (Microsoft Office 365), por sua vez, gerou uma economia de R$ 10,2 milhões. O número engloba a economia no preço final da licitação, que foi de R$4,7 milhões e também a economia processual.

“Esta foi a maior compra conjunta já realizada pelo Ministério da Economia. Apesar de todos os desafios de 2020, mantivemos a oferta de serviços compartilhados de forma ininterrupta a 86 entidades públicas parceiras, promovendo eficiência, desburocratização e redução do gasto público”, afirmou Caio Paes de Andrade, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

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Outros R$ 10,5 milhões foram economizados com aquisição centralizada de licenças de uso de softwares de virtualização de servidores, com atualizações e suporte, mas o número pode ser ainda maior caso ocorram adesões aos serviços disponíveis na Ata de Registro de Preços por órgãos não participantes. A contratação conjunta de serviços de telefonia alcançou 412 instituições, gerando uma economia de R$ 24 milhões.

A Central de Compras unifica a aquisição e contratação de bens e serviços de uso comum aos órgãos da administração direta do Poder Executivo. “O objetivo é obter mais eficiência no gasto público, padronizar procedimentos e melhorar a qualidade, o controle e a fiscalização das compras federais”, explicou o secretário de Gestão, Cristiano Heckert.

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Serviços e Doações

Em termos de compras compartilhadas, o TáxiGov.br, aplicativo para o transporte administrativo dos servidores federais, alcançou 11 estados em 2020. A medida gerou uma economia de R$ 30,6 milhões – o que representa uma redução de mais de 64,6% dos gastos do governo com transporte de servidores desde o início de sua implantação, em 2017.

Outra novidade de 2020 foi a possibilidade de doação de itens para o combate ao coronavírus tais como máscaras, álcool em gel, termômetros, luvas e até equipamentos tecnológicos como computadores e tablets. Desde abril, o Ministério da Economia passou a receber, de pessoas físicas e jurídicas, doações relacionadas à Covid-19 que totalizaram R$ 37,5 milhões em 2020. O valor total de doações para o governo foi de R$ 132,8 milhões.

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Para 2021

Entre os processos, licitações e chamamentos públicos que estão em andamento e devem ser finalizados em 2021, o grande destaque é a licitação para contratação de serviços de apoio administrativo, secretariado e recepção, atualmente em fase de aceitação de propostas. O valor estimado do contrato é de R$ 1,7 bilhão e o valor da melhor proposta ofertada na licitação para atendimento de 49 órgãos e entidades é de R$ 1,2 bilhão, representando uma economia de R$ 415 milhões.

Também foram publicadas as Atas de Registro de Preços do Pregão Eletrônico nº 07/2020, referentes à contratação das empresas prestadoras de serviço do Almoxarifado Virtual Nacional (AVN). A economia estimada em toda a Administração Pública Federal com a implantação total do serviço é superior a R$ 78 milhões em relação aos gastos de aquisição por meios tradicionais. O projeto piloto deve ser iniciado em meados de fevereiro nas unidades do Ministério da Economia localizadas no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, sendo gradativamente expandido para todo o país ao longo de 2021

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Com informações do Ministério da Economia




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