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Economia

Dólar tenta seguir recuperação das emergentes no exterior e abre em queda

O contrato para fevereiro da moeda dos EUA chegou a alternar leves altas e baixas, mas às 9h33 voltava a exibir queda moderada

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O dólar tenta seguir o exterior que, no início da manhã desta terça-feira, 12, está em queda ante a maioria das moedas emergentes. O petróleo em alta – buscando recuperar a trajetória de valorização após perdas ontem – contribui para esse movimento, assim como a apreciação dos índices acionários futuros em Nova York e de algumas bolsas na Europa.

O contrato para fevereiro da moeda dos EUA chegou a alternar leves altas e baixas, mas às 9h33 voltava a exibir queda moderada. O dólar futuro caía 0,24% aos R$ 5,478, enquanto o dólar à vista caía 0,50% aos R$ 5,4759. O petróleo do tipo WTI subia 1,49% na Nymex. O dólar caía 0,61% ante o peso mexicano.

Da agenda doméstica, o destaque é o IPCA que, segundo o IBGE, encerrou dezembro com alta de 1,35%, sendo que a maior estimativa do mercado financeiro era de 1,27%, de acordo com o levantamento do Projeções Broadcast, do sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Segundo o IBGE, o IPCA de dezembro é o mais elevado para o mês desde 2002 (2,10%). No ano, o indicador acumulou alta de 4,52%, a maior variação desde 2016.

Sobre o IPCA, o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito, afirmou que a inflação ao consumidor somada aos dados do IGP-M divulgados hoje também dão o tom que o BC deve iniciar a alta da Selic em breve – acreditamos entre o primeiro e o segundo trimestre – e taxa deve fechar o ano em pelo menos 4%”. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1,89% na primeira prévia de janeiro, após ter aumentado 1,28% na primeira medição de dezembro, segundo a FGV.

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Do noticiário, segue como destaque a ausência de data para início da vacinação. Analistas têm sido enfáticos sobre a importância da imunização para as perspectivas econômicas. Marcelo Arnosti, head de gestão dos fundos multimercados, ações e offshore da BB DTVM, afirmou que a vacinação em massa é premissa número 1 no cenário-base da maior gestora do Brasil (R$ 1,15 trilhão sob gestão).

Já na Europa, a AstraZeneca pediu autorização para uso emergencial da vacina contra a covid-19 que desenvolve em parceria com a Universidade de Oxford. A resposta deve sair no dia 29. Além disso, a Comissão Europeia concluiu a fase preliminar de negociações para a compra de 30 milhões de doses da vacina experimental contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica franco-austríaca Valneva.

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Estadão Conteúdo




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