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Economia

Dólar supera R$ 4,38 desafiando BC em dia de IPCA-15 fraco e compulsório

Às 9h33, o dólar à vista subia 0,36%, a R$ 4,3813, ante máxima intraday em R$ 4,3858 (+0,46%) e mínima aos R$ 4,3778 (+0,28%).

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O dólar já abriu a sessão desta quinta-feira, 20, em alta e acima dos R$ 4,380, desafiando o Banco Central, que monitora a volatilidade do mercado. Como o ajuste para cima ante o real acompanha o dólar forte frente divisas principais e emergentes ligadas a commodities no exterior, após o tom brando da ata do Federal Reserve em relação ao impacto do coronavírus na inflação e expansão da economia americana, alguns agentes dizem que o BC pode ficar observando, em vez de agir de imediato com nova injeção de liquidez via swap no mercado futuro. A conferir.

No exterior, os investidores aguardam a divulgação de dados da economia americana que serão divulgados ao longo da manhã, como o índice de atividade regional do Fed Filadélfia e o índice de indicadores antecedentes do Conference Board.

A reação em alta dos juros futuros é monitorada, após o anúncio de corte em alíquotas de compulsório sobre depósitos a prazo, que deverá liberar R$ 49 bilhões para bancos poderem aumentar a oferta de empréstimos, ajudando a estimular empregos e a atividade interna. O IPCA-15 de fevereiro desacelerou a alta para 0,22% – menor taxa para o mês desde o Plano Real e levemente abaixo da mediana do mercados (0,23%) -, após avanço de 0,71% em janeiro.

Às 9h33, o dólar à vista subia 0,36%, a R$ 4,3813, ante máxima intraday em R$ 4,3858 (+0,46%) e mínima aos R$ 4,3778 (+0,28%). O dólar futuro para março estava em alta de 0,38%, a R$ 4,3825, depois de oscilar de R$ 4,3785 (+0,29%) a R$ 4,3870 (+0,48%). Nos mercados de moedas no exterior, o índice DXY ganhava 0,17%, em 99,878 pontos, e a alta também era generalizada sobre divisas emergentes ligadas a commodities.

Estadão Conteúdo


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