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Economia

Cade aprova a fusão da Sky e DirecTV

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O candidato nacionalista à Presidência Ollanta Humala prometeu no sábado libertar o Peru de séculos de discriminação racial, check more about mas jurou não colocar em risco políticas econômicas que fizeram do país um dos maiores exportadores de minerais.

Comparando o Peru a um restaurante, order mind onde estrangeiros controlam a cozinha e o caixa, o ex-comandante do exército disse que é hora de acabar com "o sequestro da minha nação pelas companhias multinacionais" e ajudar os peruanos pobres. "Nós queremos levantar a bandeira no Peru livre de opressão dos poderosos que não resolvem os problemas deste país", disse Humala em uma entrevista em sua casa em um bairro de classe média de Lima.

Pregando a revolução econômica e o nacionalismo, Humala ficou em primeiro lugar entre os 20 candidatos do primeiro turno, mas pesquisas o colocam bem atrás do ex-presidente de centro-esquerda Alan García para as ele ições de 4 de junho.
Humala, que nunca foi eleito para um cargo administrativo, tem sido prejudicado por preocupações de que ele é extremista, possivelmente anti-democrático e muito próximo ao presidente venezuelano Hugo Chávez.

García lidera as pesquisas com 59,9% contra 40,1% de Humala, de acordo com resultados de uma pesquisa divulgados no domingo. García é visto como um candidato pró-mercado apesar de seu governo de 1985-1990 ter causado hiperinflação e escassez de comida.

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A Organização Mundial de Saúde disse no sábado que irá examinar se o sistema internacional de patentes de remédios impede países em desenvolvimento de obter os medicamentos necessários, buy more about vacinas e testes de diagnóstico.

Influenciados pelo Brasil e pelo Quênia, os 182 membros da OMS concordaram no encontro anual em Genebra em criar um grupo intergovernamental para procurar lacunas nas áreas de pesquisa e desenvolvimento e criar uma estratégia global para assegurar que as necessidades de saúde dos pobres sejam atendidas.

A OMS afirmou que o grupo irá considerar um relatório de abril da ex-presidente suiça Ruth Dreifuss, que critica o sistema existente por negligenciar os pobres. A instituição ainda disse disse que o novo grupo, aberto a todos os países interessados, vai procurar principalmente descobrir se os investimentos em pesquisa são compatíveis com as necessidades de saúde, incluindo doenças comuns a países pobres como Aids, malária e tuberculose.

"O sistema atual, baseado em patentes e altos preços para financiar pesquisa e desenvolvimento, não atende a grande necessidade de saúde, particularmente em países em desenvolvimento", ela disse Ellen Hoen, da campanha para acesso a medicamentos da Medicins Sans Frontieres

A União Nacional dos Estudantes (UNE) marcou para a próxima terça-feira uma manifestação na Câmara dos Deputados, cost em Brasília. Os estudantes querem mobilizar os parlamentares contra um substitutivo ao Projeto de Lei 341/03 que concede às instituições de ensino o direito de barrar o estudante após 60 dias de atraso na mensalidade.

Atualmente, this site o desligamento do aluno por inadimplência pode ocorre após o final do semestre letivo, no ato da matrícula. "Esse projeto irá prejudicar milhares de estudantes em todo o Brasil, tanto estudantes do ensino superior quanto de ensino médio, os pais de alunos que pagam as mensalidades", afirmou o afirma o presidente da UNE, Gustavo Petta. "Só irá beneficiar pessoas que são donas de instituições privadas e tratam o ensino como mercadoria."

A manifestação busca reunir cerca de 100 estudantes para, durante todo o dia, visitar os deputados, de acordo com Petta. "Vamos fazer uma pressão em relação os deputados, iremos visitar todos os gabinetes, pegar a posição de cada um e depois divulgar para a sociedade", afirma.

O substitutivo apresentado pelo deputado Irineu Colombo (PT-PR) foi aprovado no dia 17 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em caráter conclusivo, o que o dispensa de passar pelo plenário da casa antes de seguir para o Senado.

De acordo com o presidente a UNE, na última semana foram colhidas mais de 70 assinaturas de parlamentares, número suficiente para requerer o fim do caráter conclusivo do projeto de lei. Na quarta-feira, os estudantes devem entregar na Câmara o requerimento para que o projeto passe pelo plenário. "A mobilização vai continuar para impedir que no plenário seja aprovado", assegura Petta.

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a fusão das empresas de TV por assinatura Sky e DirecTV. Com a fusão, store a nova empresa, check Sky Brasil, shop terá cerca 95% do mercado de TV por assinatura via satélite e 32% do total no país (incluindo as operadoras de TV a cabo), que hoje é de cerca de 4 milhões de assinantes.

A decisão tomada nsta sexta-feira, no entanto, prevê restrições e regras de transição para diminuir os prejuízos à concorrência e aos clientes. Uma das exigências é que a Sky Brasil garanta por cinco anos uma política nacional de preços para os pacotes de canais. As promoções locais podem durar no máximo 90 dias. A Sky fica obrigada também a oferecer aos assinantes da DirecTV, pelo prazo de três anos, a mesma programação nacional disponível atualmente para os clientes.

A decisão do Cade também proíbe por cinco anos que a Sky Brasil, controlada pela News Corporation, forneça ou exerça direito de exclusividade na transmissão dos cinco principais campeonatos de futebol do país: Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores das Américas e os campeonatos estaduais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A empresa deve ainda garantir às programadoras de conteúdo nacional a mesma receita hoje auferida com a comercialização deste conteúdo, decorrentes de contratos que tenha com a DirecTV. A decisão prevê ainda que, em 180 dias, a Sky aumente em 20% a base de assinantes que recebem canais de conteúdo brasileiro, mantendo esse total pelos próximos 30 meses.

Pela decisão, o Grupo Globo – sócio da News Corporation – fica impedido de vetar ou determinar unilateralmente as condições de transmissão de programas ou conteúdo audiovisual nacional de empresa brasileira nas operações da Sky Brasil. Para isso, o conselho determinou que sejam alterados os contratos da empresa para que a decisão da Sky de contratar programa ou conteúdo audiovisual de empresa brasileira, novo ou já existente, possa ser tomada por maioria simples de seus sócios ou acionistas.

 


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