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Economia

Banco Central aprova 762 instituições para o Pix

A fase de cadastro e homologação dos bancos foi encerrada em 16 de outubro e será reaberta permanentemente em 1º de dezembro

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Larissa Garcia
Brasília, DF

O Banco Central informou, nesta quinta-feira (22), que 762 instituições financeiras foram aprovadas para integrarem o Pix, sistema de pagamentos instantâneos da autoridade monetária.

A maior parte das instituições são cooperativas de crédito, com 629. Ao todo, são 57 bancos, contando com a Caixa Econômica, 57 instituições de pagamento, 11 sociedades de crédito e sete sociedades de crédito direto, modalidade criada pelo BC em que se encaixam as fintechs de crédito.

A fase de cadastro e homologação dos bancos foi encerrada em 16 de outubro e será reaberta permanentemente em 1º de dezembro.

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A nova ferramenta começará a funcionar em 16 de novembro.

“A quantidade e a diversidade das instituições que estão aptas a ofertar o Pix reforçam o caráter aberto e universal do arranjo de pagamento, evidenciam a grande competitividade que o Pix traz ao mercado e demonstram o forte engajamento dos diversos agentes para a adoção do Pix”, disse o BC em nota.

A criação das chaves de clientes, que começou em 5 de outubro, continua e até segunda-feira (19) 42,2 milhões foram registradas.

O cadastro das chaves é quando o usuário vincula ao número do celular ou ao endereço de e-mail, por exemplo, as informações pessoais e bancárias dele.

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Na prática, quem fizer o cadastramento das chaves não vai precisar informar todos os seus dados na hora de transferir dinheiro ou pagar conta pelo Pix, ela precisará apenas falar a chave cadastrada (CPF, e-mail ou número de celular, por exemplo).

Quem não fizer o registro poderá realizar um Pix normalmente, mas precisará informar seus dados. Segundo o BC, uma pessoa pode fazer até 5 chaves por conta-corrente e uma empresa, pode até 20.

A nova ferramenta permitirá que o consumidor faça transferências e pagamentos a qualquer hora, inclusive aos fins de semana, em menos de dez segundos.

As transações poderão ser realizadas entre bancos diferentes e serão gratuitas ao usuário, mas empresas poderão ser tarifadas.

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Pela câmera do celular, o consumidor poderá escanear o QR code, integrada ao aplicativo do banco ou da fintech, e realizar o pagamento ou transferência. As transações serão feitas por meio de QR code estático ou dinâmico.

O estático é gerado uma vez só pelo estabelecimento, para todas as operações. Nesse caso, a pessoa terá que digitar o valor. O dinâmico é um QR code gerado a cada operação, já com o valor definido.

O cliente pode consultar se a instituição com a qual tem relacionamento aderiu ao serviço de pagamentos instantâneos pelo site do BC.

A lista completa pode ser consultada na página do BC.

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As informações são da Folhapress




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