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Toquinho e Ivan Lins desembarcam em Brasília para dupla apresentação

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Beatriz Castilho
cultura@grupojbr.com

Um carioca e um paulista improvisando em um show na capital alagoense. O que era para ser apenas uma participação especial em uma show três anos atrás, em Maceió, se tornou passo inicial de uma turnê colaborativa. Assim, com intenção de homenagear a amizade de Ivan Lins e Toquinho, 50 Anos de Música roda o País. A parceria feita hoje tenta equilibrar o vasto repertório dos dois nomes que, somados, resultam em mais de 600 gravações. A turnê chega hoje a Brasília para dupla apresentação, às 19h30 e 21h30.

Amigos há quase cinco décadas, Toquinho acredita que a parceria com Ivan é consequência da identificação musical e intimidade entre eles. “Seja em conjunto ou em solos, a sincronia musical caracteriza nossa relação, e isso resulta num show cuja dinâmica melódica se completa pelo bom humor”, conta Toquinho, em entrevista ao JBr.

Apesar de o evento acontecer em plena sexta-feira 13, o autor de Aquarela não se assusta com a data – popularmente conhecida como um dia de azar. “Minha vida não permite superstição. Sigo em frente, destravando as adversidades e me propondo apenas o tempo de ser feliz”.

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O apelido Toquinho acompanha Antonio (sem acento) Pecci Filho, paulista nascido em 6 de julho de 1946 desde sempre. O artista começou na música aos 14 anos, quando foi apresentado por Paulinho Nogueira ao violão. Em 2018 completa cinco décadas de estrada.

Olhando para sua jornada musical, do alto dos seus 71 anos de vida, Toquinho acredita que cada ano passado representa uma descoberta de novas técnicas e a extensão de suas conquistas. “Se perceber que deixei de fazer alguma coisa, tentarei fazer daqui para frente. Sempre é tempo de realizar, refazer ou comemorar”. Durante seus 50 anos de carreira, Antonio gravou mais de 450 músicas (120 delas com Vinicius de Moraes), lançou 84 discos e se tornou um dos símbolos da música popular brasileira.

Além das técnicas, as composições são muito representativas na caminhada de Antonio. Apontando Aquarela e Tarde em Itapoã como canções com maior peso, foi com a primeira composição, Este Seu Olhar, que se descobriu músico. “O tempo não apaga o que nos arde na alma, e a música é uma chama a aquecer minha dedicação ao violão. Amo fazer o que faço. O palco é a extensão de minha casa”, destaca.

Aliás, seja em cima ou fora dos palcos, o cantor garante que a maior diferença é mesmo o nome. “O Antonio criou o artista Toquinho com a estrutura humana; e o artista complementou o homem Antonio com a sabedoria e a dignidade de fazer da música“, finaliza.

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Saiba Mais

O show traz várias histórias da amizade antiga para o palco onde o encontro musical promete muita emoção. Como palhinha do repertório, vão rolar Aquarela, Como Dizia o Poeta e Samba, de Toquinho; Dinorah e Começar de Novo, de Ivan Lins, entre muitas outras.

Serviço

50 Anos de Música

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Nesta sexta (13), a partir das 21h30. No Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental). Ingressos: entre R$ 100 (poltrona superior) e R$ 150 (poltrona VIP Gold). Valores referentes à meia-entrada e sujeitos a alterações sem aviso prévio. Informações: 3554-4005. Não recomendado para menores de 12 anos.


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