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IBOPE: Record fecha maio em segundo lugar. SBT continua em terceiro.

Os números oficiais de maio serão conhecidos nas próximas horas, mas já é possível assegurar que a emissora ficou com a vice-liderança nacional

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A conta chegou. Os números oficiais de maio serão conhecidos nas próximas horas, mas já é possível assegurar que a Record ficou com a vice-liderança nacional de audiência pelo segundo mês consecutivo. Naquilo que diz respeito ao SBT, mais uma vez rebaixado à terceira posição, verifica-se que os números do Ibope também não aceitam desaforo.

Evidente que, por parte da Record, méritos devem ser reconhecidos. Mesmo com a igreja patinando na madrugada, ela possui uma carga muito maior de jornalismo, aspecto que, no momento atual, faz enorme diferença. Não bastasse isso, a sua programação, mesmo com escorregões e alguns horários não funcionando muito bem, se mantém a mesma já de algum tempo.

O telespectador deixou de ser surpreendido com mudanças repentinas.

Tudo o que não acontece com o seu principal competidor. A grade do SBT continua pregando sustos quase que diariamente, com alterações que, partindo do próprio dono, sempre vão do nada a lugar nenhum. Absolutamente inconsequentes.

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Mexer o tempo todo em produtos, como “Triturando”, luta livre e “Casos de Família”, os exemplos de agora, só contribuíram para afundar ainda mais a sua média/dia.

Isto, já ficou demonstrado, tem um preço.

Na Record já existe a decisão que a temporada de “Aeroporto”, apresentado por César Filho, que deveria ter terminado em abril, vai continuar. Será prolongada até setembro, pelo menos, muito em função dos seus bons resultados.

Outros movimentos

E o que se sabe é que a Record pretende equilibrar muito mais a sua grade de programação. Alguns ajustes, em faixas que ainda não rendem o suficiente, serão realizados no decorrer dos próximos dias.

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Irônico

O momento não está fácil, porém, alguns ainda encontram tempo para um sarcasmo. No SBT, por exemplo, um profissional do jornalismo escreveu a seguinte frase na lousa da sua sala: “25% menos reclamações, por favor”. Assim como os salários reduzidos, claro.

As informações são da coluna Canal 1 publicada pelo Jornal de Brasília




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