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Cinema

FICA 2018: Homenagem ao legado de duas décadas marca abertura de festival de cinema ambiental

Leonardo Resende
Especial para o Jornal de Brasília

Vinte e duas produções de nove países diferentes compõem a mostra competitiva da 20ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), que teve sua abertura na noite de terça-feira (5). Tendo como cenário a Cidade de Goiás, o evento se estende até este domingo (10), com produções de Brasil, Portugal, Espanha, Itália, Argentina, Irã, México, França e Uruguai.  

A edição deste ano vai receber 101 filmes distribuídos em 8 mostras, além de produções audiovisuais e um roteiro cultural e de entretenimento que inclui shows de Ana Carolina e de 12 artistas goianos.

Confira programação completa na página do evento

O Cine Teatro São Joaquim, decorado com identidade visual de todos os anos de festival, foi o cenário de abertura do FICA 2018. Após anos de reforma, o local prestigia os convidados em seu segundo ano após a revitalização.

Quem homenageou os jornalistas, diretores, produtores, realizadores e visitantes do festival de cinema foi o atual secretário de Educação, Cultura e Esporte de Goiás, Marcos Neves. “Assim como é importante para a cultura e turismo da Cidade de Goiás, o FICA também traz relevância para a nova geração de estudantes”, destacou ao subir ao palco.

O governador de Goiás, José Eliton, complementou o discurso, contando sobre os maiores frutos que o estado de Goiás colheu durante os 20 anos de festival. Quem prosseguiu com a abertura foi a prefeita Selma Bastos, homenageando professores e realizadores da mostra internacional.

Para oficializar a solenidade, o diretor Luiz Bolognesi exibiu seu aclamado documentário Ex-Pajé, longa-metragem que conta a história de Perpera Suruí, um índio que mergulha em uma reflexão religiosa após a evangelização de sua comunidade indígena realizada por um pastor intolerante.

O repórter viajou a convite da produção do festival

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