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Cinema

Novo Godzilla vai satisfazer os fãs?

Novo Godzilla entrega tudo aquilo que fãs sempre pediram da franquia: destruição em massa e monstros duelando.

Em 1998, Roland Emmerich conseguiu americanizar o famoso monstro asiático Godzilla. O resultado? Um dos piores filmes da carreira do diretor – o que não é novidade em cinegrafia do diretor – e o verdadeiro enterro do personagem em Hollywood. Porém, Gareth Edwards, em 2014, revitalizou o lagarto gigante com muitas questões humanistas e alegorias sobre um monstro que vive entre nós. Agora, em 2019, Warner Bros. lança a sequência que molda um universo estendido para monstros no cinema. Godzilla II: Rei dos Monstros, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (30), abandona as conquistas do episódio anterior, mas realenta este novo capítulo com tudo que os fãs sempre pediram: lutas gigantescas entre titãs. 

Cinco anos após os evento de Godzilla (2014), o mundo está em constante questionamento sobre o lugar dos monstros no planeta Terra, levantando debates que divergem assuntos entre coexistir ou exterminar. Após Dr. Emma Russell (Vera Farmiga) ser sequestrada por radicais militares, a Monarca inicia uma missão de resgate, uma vez que a cientista é capaz de despertar todos os titãs existentes no mundo. 

Foto – Divulgação/Warner Bros.

Do jeito que os fãs gostam

Quando o primeiro filme foi lançado, fãs declararam reprovação por “falta de monstros e muito drama humano” no roteiro. Nesta sequência, dirigida por Michael Dougherty (mais conhecido por seus trabalhos como roteirista em X-Men 2 e Superman – O Retorno), todo o estorvo dramático atinge picos mínimos. Dougherty ao lado de Zach Shields, o maior foco de Godzilla II: Rei dos Monstros é a bobagem convicta de titãs em constante luta e para isso, os visuais são colocados em prioridade ao lado das sequências de ação. Ver Godzilla gladiando contra outros titãs é dirigido com uma atmosfera empolgante e grandiosa. 

Duelo de titãs: Godzilla Vs Ghidorah
Foto – Divulgação/Warner Bros

Evapora ao acabar?

Caso a trilha sonora fosse mais arrebatadora, esta sequência poderia se tornar inesquecível, porém, por ser um absurdo declarado, este novo título prepara o território para o aguardado Kong Vs Godzilla e entrega aquilo que todos esperavam ao ressuscitar a franquia: uma batalha belíssima de gladiadores enfurecidos. 

 

Por Leonardo Resende

 

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