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Weintraub parabeniza policiais e detona manifestantes: “Não representam os estudantes”

Ministro da Educação se referiu a última manifestação de estudantes na frente da sede do MEC, na qual houve conflito entre polícia e protestantes

Willian Matos

Publicado

em

Foto: Reprodução
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Willian Matos
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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, decidiu parabenizar dois policiais que trabalharam na manifestação dos estudantes ocorrida na última quarta-feira (17/7). Weintraub foi até a 5ª Delegacia de Polícia (área central), tratou os militares como “heróis” e detonou os manifestantes responsáveis pelo ato, afirmando que eles “não representam os estudantes.”

Os militares são o major Peres e o cabo João Otávio. Eles teriam sido agredidos por dois participantes do ato organizado pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Relembrando o fato, Weintraub inicia o discurso: “quer se manifestar democraticamente? Você é muito bem vindo. Quer falar alhos e bugalhos a meu respeito? Está no seu direito. Agora, destruir propriedade pública, agredir fisicamente o major ou o cabo, tá errado”, declarou o ministro, chamando os possíveis autores de meliantes e mostrando uma danificação causada em uma viatura da Polícia Militar do DF (PMDF).

Ao prosseguir, Weintraub diz que os dois militares, bem como os demais que trabalharam durante a manifestação, são heróis. “Esses dois PMs e os outros que estavam lá trabalhando são heróis. A sociedade não pode mais apoiar esse tipo de atitude, principalmente de eventos vindos de pessoas que dizem representar os estudantes. Eles não representam os estudantes.”, cravou.

No fim, Weintraub agradece os policiais. Veja o vídeo:

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Conflito

A manifestação aconteceu na tarde de terça-feira (16/7), na frente da sede do Ministério da Educação. No fim, estudantes e policiais entraram em conflito. Os militares precisaram usar spray de pimenta e cassetetes.

Os estudantes protestavam contra cortes na Educação e a possibilidade de cobrança de mensalidade em universidades federais. Em determinado momento, alguns deles tentaram colar cartazes no prédio do MEC, sendo impedidos pelos policiais.

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Protestantes alegam terem sido agredidos pelos policiais com cassetetes e spray de pimenta. Os militares acusam os manifestantes de agredirem um policial com um cone.




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