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W3 Comércio e Lazer: avenida fechada aos sábados pode sair do papel

Contribuir com a ativação do comércio no local também é parte do projeto. Para o secretário de Governo, o projeto significa mais do que fechar o trânsito

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Foto: Tony Winston/Agência Brasília
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Da Redação
redacao@grupojbr.com

A ideia proposta pelo governador Ibaneis Rocha de fechar a W3 Sul, a exemplo do Eixão do Lazer, deve sair do papel em breve. No Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (9) foi publicado o Decreto nº 40,155, que cria um grupo de trabalho em até 60 dias para apresentar estudos da viabilidade técnica de implantação do projeto W3 Comércio e Lazer. 

“Sempre imaginei a Avenida W3, desde criança, como uma grande rua de comércio, encontro e lazer. Coloquei na minha cabeça de fechá-la aos sábados, como fechamos aos domingos o Eixão”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico (Codese-DF) realizada em agosto no Palácio do Buriti.

José Humberto Pires, secretário de Governo, foi deslocado para comandar o grupo de estudos e acredita que, até o fim do ano seja possível apresentar os primeiros resultados já visando a implementação em 2020. “Nosso objetivo é estudar a viabilidade da rua de lazer primeiramente na W3 Sul. A ideia é humanizar a avenida e transformá-la num ponto de encontro das famílias do DF”.

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Contribuir com a ativação do comércio no local também é parte do projeto. Para o secretário de Governo, o novo projeto tem um significado ainda mais profundo do que simplesmente fechar o trânsito. “Queremos dar um abraço na W3. Afinal, ela foi a estrela do comércio de Brasília durante muito tempo e precisa voltar ao seu lugar de destaque”.

Pires informa que as obras de revitalização da avenida, que se iniciaram pelas quadras 511 e 512 Sul, vão continuar. “Faremos a recuperação de quadra a quadra”, afirma.

Pelo menos oito órgãos do governo estão envolvidos da proposta: Detran-DF; DER-DF; Administração Regional do Plano Piloto; Novacap; além das secretarias de Governo, de Obras, de Desenvolvimento Urbano e Habitação e de Transporte e Mobilidade.

O decreto também garante a participação de entidades voltadas aos interesses dos moradores, comércio, indústria e outras categorias que possam contribuir com o tema.

 

Com informações da Agência Brasília


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