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Vídeo: “Qualquer um de nós pode ser acusado de um crime que não cometeu”, diz Adriana Villela

Os vídeos são de um depoimento feito em 15 de agosto de 2019, que foram divididos para facilitar a disseminação do conteúdo nas redes sociais

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Vítor Mendonça
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Aline Rocha
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Estão rodando, nas redes sociais, nove vídeos feitos por Adriana Villela, acusada de contratar o ex-porteiro do casal Villela, Leonardo Campos Alves, para cometer o crime, em troca de dinheiro e joias. Leonardo teria combinado a execução com o sobrinho Paulo Cardoso Santana, e com Francisco Mairlon Barros Aguiar, que também seriam recompensados.

No dia 28 de agosto de 2009, os três foram até onde os Villela viviam, na SQS 113. Com base em informações supostamente passadas por Leonardo e Adriana, eles atacaram as vítimas com 73 facadas e, para simular um crime de latrocínio, eles levaram joias no valor de R$ 10 mil e US$ 70 mil em espécie.

Os vídeos são de um depoimento feito em 15 de agosto de 2019, que foram divididos para facilitar a disseminação do conteúdo nas redes sociais e transmitir a amigos e familiares de Adriana Villela as suas impressões sobre esses dez anos em que ela é acusada por envolvimento no assassinato dos pais.

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Cada um dos vídeos possui um título específico:

  • Família;
  • O crime;
  • Dia 28 de agosto de 2019;
  • Investigação;
  • Fase 01;
  • Fase 02;
  • Fase 03;
  • Vida interrompida ;
  • Justiça.

“O mais difícil para nós foi perceber que a policia fazia, já que meu pai era um advogado muito conhecido na cidade, desde o primeiro momento esse caso foi tratado como um espetáculo da mídia e na imprensa com prejuízo nas investigações”, disse Villela em um dos vídeos.

Ela afirma, também, que “não dá pra admitir que quem quer fazer uma investigação séria coloque cada detalhe que está sendo investigado diariamente no jornal”.

Em um dos vídeos, onde ela conta sobre como foi quando chegou ao prédio  em que os pais moravam. “Quando eu cheguei na 113, embaixo do bloco, e vi a Carol e a Virgínia, eu fui para perto da Carol e imediatamente ela me disse ‘mãe, eles estão lá e eles estão todos mortos’. Nesse momento, todas as minhas esperanças de que algo diferente pudesse ter acontecido foram destroçadas. Eu estava diante de uma fatalidade”, relata Adriana. “Eles estão mortos, minha filha está em pé, desesperada, embaixo do bloco e eu sou a mãe dela e preciso conter minhas emoções para cuidar dela”, relembra.

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“Qualquer um de nós pode ser acusado de um crime que não cometeu. A investigação policial, hoje, produzida no Brasil, nem sempre é responsável”, bradou Villela.

Família

O crime

Investigação

Vida interrompida

Justiça




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