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Viadutos da Estrada Setor Policial Militar: acompanhe as etapas da obra

Expectativa é de que sejam gerados 122 empregos diretos e 400 indiretos

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Já está em andamento a obra de revitalização da Estrada Setor Policial Militar (ESPM). Na primeira fase os trabalhadores irão remover a pavimentação existente,  a supressão vegetal no local da escavação dos pilares dos viadutos e a retirada dos meios fios. Paralelo a isso, o remanejamento de algumas redes de telefonia está sendo feito. 

“Após a conclusão desses serviços começa a escavação do solo para que possamos executar a fundação dos viadutos. Queremos concluir esta importante etapa da obra antes do início do próximo período chuvoso”, explica Ricardo Terenzi, subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras do GDF.

Além dos dois viadutos, o contrato com a empresa Concrepoxi Engenharia, no valor de R$7.667.020,57, prevê a execução de 850 metros de drenagem e 2 km de pavimentação. “Obra grande, complexa e de difícil execução em uma cidade em movimento. Os transtornos serão inevitáveis, mas nos preparamos ao máximo para contorná-los e minimizá-los”, afirma o Secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Entenda a obra

A ESPM será revitalizada para compor o chamado corredor Eixo Oeste. A obra, dividida em duas partes por questões de logística e segurança, terá início pelo trecho localizado entre o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar até o Terminal da Asa Sul (TAS), onde serão construídos os dois viadutos.

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Um dos viadutos, no projeto identificado como Viaduto 62, será construído na alça de acesso da ESPM ao Eixo W, conhecido como “eixinho de cima”. Ele terá 8 metros de altura, 33 metros de comprimento e 19 metros de largura. Já o viaduto 63, localizado na alça de acesso ao ERL, sentido L4, terá 29 metros de comprimento, 15 metros de largura e altura aproximada de 8 metros.

“A novidade é que o pavimento para circulação dos ônibus será todo em pavimento rígido (concreto), com maior durabilidade. Além disso, os novos viadutos irão desafogar o trânsito na região, minimizando os engarrafamentos e os transtornos enfrentados diariamente pelos motoristas que trafegam por ali, especialmente nos horários de pico”, explica Carvalho.

Corredor

Com 38,7 quilômetros de extensão, o corredor prevê o alargamento de pistas e a construção de faixas exclusivas nas principais vias de ligação do Sol Nascente com o Plano Piloto, como a Hélio Prates, a EPIG e a ESPM, que leva ao Terminal da Asa Sul. O objetivo é reduzir em meia hora o tempo de deslocamento até o Plano Piloto.

As obras serão feitas por trechos, uma vez que seria inviável fazer as intervenções de uma vez no trânsito. Além da revitalização da Avenida Hélio Prates, o corredor contempla diversas outras obras, tais como a construção de viadutos e do túnel de Taguatinga.

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Com informações da Agência Brasília




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