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Viaduto da Samdu passa por vistoria de técnicos do GDF e universitários

A iniciativa vai se estender para mais sete instituições de ensino superior para viabilizar vistorias cadastrais nos mais de 700 pontes e viadutos do DF

Aline Rocha

Publicado

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

Engenheiros e técnicos do grupo de trabalho das Obras de Artes Especiais (OAEs) realizaram, como parte da estratégia de disseminação da cultura de manutenção na cidade, a primeira vistoria cadastral do viaduto da Avenida Samdu Sul, próximo a estação do metrô de Taguatinga Sul. A ação aconteceu nesta quinta-feira (17) em parceria com alunos do 9º semestre de Engenharia Civil do Centro Universitário de Brasília (UniCeub). 

A iniciativa vai se estender para outras sete instituições de ensino superior para viabilizar vistorias cadastrais nos mais de 700 pontes e viadutos do DF. “Hoje é uma experiência. O intuito é aperfeiçoar a dinâmica que será adotada e torná-la a mais eficaz possível e proveitosa para o GDF e para os alunos”, explica Maurício Canovas, engenheiro e assessor especial da Secretaria de Obras do GDF.

Izidio Santos Junior, secretário de Obras do GDF, acompanhou o processo e afirmou que as equipes, formadas tanto por técnicos do GDF quanto por alunos, vão fazer vistorias visuais, baseadas em metodologia única. 

“É um trabalho essencial. Com o relatório deles em mãos, vamos conseguir elencar as prioridades e corrigir os problemas estruturais mais graves”, conta. “Além de vistoriar, queremos disseminar a cultura da manutenção preventiva. No meu entender, esta é a melhor forma de se evitar acidentes neste tipo de construção”, afirma.

Defeitos e patologias

Os alunos foram orientados quanto ao preenchimento correto da ficha de vistoria, com explicações técnicas e conceituais, e logo fizeram o cadastramento inicial de defeitos e manifestações patológicas do viaduto na Samdu Sul.

Para a estudante Patrícia Oliveira, além da oportunidade de colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula, a ação beneficia toda a sociedade. “Estamos felizes por vir a campo. É uma ação que pode salvar vidas e evitar situações catastróficas”, avalia.

Já o professor do UniCeub, João Bosco Ribeiro, considera a oportunidade de aprendizado excelente para os estudantes. “Vamos unificar teoria e prática com atividades de ensino em campo, com ensinamentos de profissionais capacitados na área. Isso sem falar na possibilidade de networking”.

Sobre o GT

Criado em fevereiro deste ano, o grupo de trabalho formado para avaliação preliminar do estágio de manutenção das Obras de Arte Especiais (OAEs) foi oficializado no Diário Oficial do Distrito Federal.

Engenheiros e técnicos do GDF e entidades da sociedade civil integram o grupo, que tem por objetivo conhecer, analisar, avaliar e emitir recomendações sobre as Obras de Arte Especiais (OAEs) da capital federal.

Além da Secretaria de Obras, o integram a Novacap; o Crea/DF; o DER/DF; a Defesa Civil; o Clube de Engenharia de Brasília (CenB) e Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF) e, como membros convidados, o Metrô/DF e o DF Legal.

 

Com informações da Agência Brasília


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