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Testemunhas são ouvidas em audiência de Caso Rhuan

O magistrado acatou todas as denúncias do inquérito, que as indiciou por homicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa; tortura; lesão corporal gravíssima; ocultação de cadáver; e fraude processual. No total, as duas podem pegar até 57 anos de prisão

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

O Fórum de Samambaia do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) começou ontem (21) as oitivas referentes ao processo de Rosana Auri da Silva Candido e Kacyla Priscyla, assassinas confessas do menino Rhuan Maycon, esfaqueado, esquartejado e degolado aos nove anos em Samambaia. O magistrado acatou todas as denúncias do inquérito, que as indiciou por homicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa; tortura; lesão corporal gravíssima; ocultação de cadáver; e fraude processual. No total, as duas podem pegar até 57 anos de prisão.

As partes do processo que tratem de informações sobre Rhuan ou G., a filha de Kacyla, correm em sigilo no TJDFT. Fontes ligadas ao tribunal afirmam que o início da sessão atrasou cerca de uma hora e meia, e os depoimentos se iniciaram com Guilherme Sousa de Mello, à época delegado-adjunto da 26ªDP, que conduziu as investigações, por volta das 15h30.

O delegado foi seguido pelos agentes envolvidos nas investigações, e logo depois vieram testemunhas do momento em que Rosana despejou a mala com o corpo esquartejado de Rhuan num bueiro da RA. Vizinhos que tiveram contato com as mulheres e as crianças durante a estadia em Samambaia fecharam as oitivas. De acordo com fontes do tribunal, o juiz finalizou a audiência às 18h, e cerca de 12 pessoas foram ouvidas.

Mais magras, Rosana e Kacyla chegaram algemadas à audiência e acompanharam os testemunhos sem demonstrar nenhuma emoção, segundo funcionários do TJDFT. A dupla também não rspondeu a nenhuma pergunta. Rosana, a mãe de Rhuan, passou a maior parte do tempo de cabeça baixa, enquanto a madrasta da vítima reagia discretamente.


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