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Taguatinga: Escola Classe 52 passa por vistoria antes de demolição

Materiais do antigo prédio serão doados a órgãos do GDF e estudantes realocados para diferentes unidades de ensino, com transporte gratuito assegurado aos alunos nesses casos

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Da Redação
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Nesta quarta-feira (31) a Escola Classe 52 de Taguatinga foi vistoriada pela equipe da Novacap. Toda a estrutura da unidade será demolida. A expectativa é de que o trabalho de derrubada do prédio tenha início em duas semanas. Todo o processo de demolição deve durar cerca de um mês.

Os 360 estudantes da unidade foram realocados para outras duas escolas próximas: a Escola Classe 45 e o Centro Educacional 7 de Taguatinga, que ficam a 800 e 400 metros de distância, respectivamente. Será disponibilizado transporte escolar para atender os estudantes que moram longe das novas unidades.

O serviço de derrubada da unidade será feito de cima para baixo, retirando primeiramente os materiais que possam ser reciclados. Depois, o restante da estrutura será efetivamente demolido. Entretanto, antes da demolição, alguns materiais que podem ser reutilizados para outras demandas do Governo do Distrito Federal (GDF) – como telhas, portas, placas de gesso, entre outros – serão retirados para reuso.

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Esses itens ficarão armazenados e, posteriormente, Novacap e Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) vão definir para quais órgãos eles serão doados.

O projeto de reconstrução foi desenvolvido pela Novacap. O novo espaço terá área construída de 4.465 metros quadrados. Já foi empenhado o valor de R$ 680 mil para realização da abertura de licitação da obra, prevista para esta semana.

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O valor total é estimado em R$ 8,9 milhões e consta do projeto de lei orçamentária (Ploa) distrital para 2020. A expectativa é de que a obra dure cerca de dois anos.

Entenda o caso

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A Escola Classe 52 de Taguatinga foi interditada por medida judicial em razão de não atender aos padrões construtivos de acessibilidade e aos requisitos de prevenção e combate a incêndio.

Construída em caráter provisório para funcionar por três anos a partir de 1990, a unidade está funcionando há 28 anos e precisa ser reconstruída.

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Com informações da Agência Brasília.




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