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Cidades

SES busca oferecer diversos atendimentos a idosos na rede pública

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em

Foto: Reprodução
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A Secretaria de Saúde tem buscado oferecer diversos atendimentos voltados à saúde dos idosos na rede pública. Nas chamadas Atenção Primária e Atenção Secundária, há várias atividades que beneficiam os pacientes.

Na Atenção Primária, por exemplo, existe a assistência para pacientes crônicos, que são acompanhados pelas equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF), além dos grupos de Práticas Integrativas e Circuito Multifuncional.

Já na Atenção Secundária, existe atendimentos nos ambulatórios de reabilitação, de saúde funcional e no Centro Especializado de Reabilitação, locais compostos por terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Há também os ambulatórios de Geriatria.

Durante a pandemia, foram suspensas as atividades em grupo. O acompanhamento individual de idosos foi feito por remanejamento. O intuito de manter os atendimentos, mesmo que por telefone, é uma forma de acompanhar a saúde mental desses idosos e evitar que eles tenham algum distúrbio psicológico, como depressão ou ansiedade, principalmente no período de pandemia, onde muitos ficaram sozinhos e isolados.

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Para a retomada das atividades em grupo a nível da Atenção Primária em Saúde, uma nota técnica já foi elaborada, com medidas de biossegurança a serem adotadas pelos profissionais da área.

Geriatria

“Temos dez ambulatórios de geriatria espalhados em todas as regiões de saúde do Distrito Federal. Como a população idosa é um público de risco, o acompanhamento das doenças crônicas preexistentes é fundamental”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) de Geriatria, Larissa de Freitas Oliveira.

Segundo a RTD, o encaminhamento para o ambulatório de geriatria é via regulação e, em alguns casos, encaminhados pela Atenção Primária. Nesse local, são tratadas todas as comorbidades do idoso. Os dez ambulatórios de Geriatria funcionam em Taguatinga, Asa Norte, Planaltina, Sobradinho, Paranoá, São Sebastião, Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Guará e Gama.

Para ser encaminhado ao ambulatório de geriatria, o paciente deve ter mais de 60 anos e apresentar fragilidades como: redução na força de preensão palmar; exaustão referida; lentificação na velocidade da marcha; incapacidade cognitiva; instabilidade postural e quedas e; paciente portador de cinco ou mais patologias e/ou em uso de cinco ou mais classes farmacológicas ao dia. Mesmo durante a pandemia, os atendimentos do ambulatório de geriatria não foram suspensos.

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Com informações da Agência Brasília




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