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Servidor da Saúde envolvido na operação Checkout seguirá preso

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Da Redação com MPDFT

O servidor público preso em março deste ano na terceira fase da Operação Checkout, teve Habeas Corpus negado pela Justiça nesta quinta-feira (9). Daniel Veras de Melo é acusado de direcionar licitações em troca de recebimento de propina, quando era gerente de Hotelaria da Pasta, em 2014

Segundo a denúncia do Ministério Público do DF (MPDFT), o enfermeiro teria viajado para Orlando, nos Estados Unidos, com gastos pagos pela empresa Hospimetal.

Leia também: Por contrato sem licitação, TJDF bloqueia bens de ex-secretário de Saúde

Daniel – que também já atuou como subsecretário de Atenção a Saúde – , e mais duas pessoas integrantes da SES/DF foram denunciadas pelo MPDFT em 18 de março deste ano. Todos respondem por peculato, fraude à licitação, falsidade ideológica e corrupção passiva.

Habeas Corpus negado pela segunda vez

A Justiça já havia negado o pedido de liminar em habeas corpus, pela primeira vez, em abril. O Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) argumentou que há indícios da predisposição de Daniel em ocultar provas e embaraçar as investigações.

Operação

A primeira fase da Operação Checkout, deflagrada em junho de 2018, cumpriu 16 mandados de busca e apreensão no DF, no Rio de Janeiro e em São Paulo. O Ministério Público investigou servidores da SES/DF e funcionários de empresas privadas envolvidos na possível fraude à licitação e em corrupção na compra de macas, leitos de hospitais e outros tipos de mobiliários para unidades da rede pública. A segunda fase, deflagrada em fevereiro de 2019, cumpriu diligências no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no Guará e na cidade de São Caetano do Sul/SP, numa empresa de turismo.


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