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Secretaria de Saúde faz alerta a importância em se manter a caderneta atualizada

A Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) observa que a baixa cobertura nesse primeiro semestre pode ser reflexo da pandemia

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Nos primeiros sete meses de 2020, apenas a vacina BCG do calendário infantil de vacinação atingiu a meta preconizada de cobertura vacinal. A BCG previne contra as formas graves de tuberculose, inclusive a meningite tuberculose. As demais vacinas não alcançaram, porém estão próximas das metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. A Secretaria de Saúde alerta para a importância de manter as vacinas em dia para proteger a população de doenças graves e que podem ser prevenidas indo até a sala de vacina mais próxima.

A Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) observa que a baixa cobertura nesse primeiro semestre pode ser reflexo da pandemia do novo coronavírus Sars-CoV-2. A enfermeira da área técnica de Imunização, Milena Fontes, orienta aos pais que levem as crianças até as salas de vacina para atualizar a caderneta de vacinação e receber as doses que estejam em falta. “É de grande importância manter atualizado o cartão vacinal, só assim manteremos as doenças prevenidas pelas vacinas longe das nossas crianças”.

Abaixo, a cobertura vacinal do calendário infantil em crianças de até 2 anos até o mês de junho:

O Ministério da Saúde preconiza em 90% a cobertura para as vacinas BCG e contra o rotavírus e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do calendário nacional de vacinação. No primeiro semestre, embora várias vacinas não tenham atingido a meta, a pentavalente (que protege contra a meningite, difteria, tétano, coqueluche e hepatite B) e a que previne a hepatite B ultrapassaram o percentual alcançado no mesmo período de 2019.

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Milena Fontes colaborou com a realização do levantamento das coberturas vacinais e afirma que “esses dados são uma ferramenta para gestão e planejamento das ações de vacinação em cada região de saúde”, frisa. De acordo com ela, os dados servem para informar à população em geral e gestores de como está a imunização.

As coberturas vacinais medem a proporção de pessoas vacinadas diante da população que deveria estar vacinada. Desse modo, a Secretaria de Saúde, por meio das superintendências regionais, define e promove as ações a serem desenvolvidas em cada uma das regiões administrativas do DF.

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Importância da vacinação

O Distrito Federal tem 135 salas de vacina em em todas as regiões administrativas funcionando em unidades básicas de saúde ou em locais para este fim, como a sala de vacina em Águas Claras, que funciona na administração regional. Nesse momento de pandemia existe a preocupação com a disseminação do novo coronavírus. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, tranquiliza a população e informa que todos os protocolos sanitários são seguidos nas unidades para que a vacinação ocorra em segurança.

Vacina contra Covid-19

O Brasil ainda não tem uma vacina contra a Covid-19, no entanto, a Secretaria de Saúde já trabalha com um Plano Estratégico de vacinação contra a doença no Distrito Federal. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, informou nesta quarta-feira (9), que “o Distrito Federal está pronto para a vacinação contra a Covid-19”. O gestor tranquilizou a população quanto à capacidade de armazenamento das vacinas. “Todas as salas de vacinação têm câmaras de conservação. E todas elas são reguladas e fiscalizadas pela Vigilância Sanitária para que tenham condições de armazenar e imunizar nossa população”, afirmou.

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Okumoto revelou também que o DF tem em estoque dois milhões e já iniciou processo para a compra de mais 4,8 milhões de seringas e agulhas. A área técnica da Vigilância Epidemiológica tem participado de reuniões com a equipe do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde para alinhar todas as demandas necessárias para que a vacinação ocorra dentro dos protocolos de segurança necessários.

Além de garantir um estoque de seringas e agulhas suficientes para a vacinação contra a Covid-19 e as demais vacinas do calendário para o próximo ano, a secretaria está preparando em seu plano toda a parte logística para a imunização, como o traslado e armazenamento dos imunobiológicos, bem como sua distribuição e manutenção nas caixas térmicas para os pontos de vacinação.

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De acordo com o planejamento informado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no primeiro semestre de 2021 o país receberá 100 milhões de doses da vacina de forma escalonada. Uma das principais características das vacinas contra a Covid-19 é a forma de armazenamento com temperaturas específicas.

Neste aspecto, o subsecretário explica que “nossos imunobiológicos hoje ficam armazenados na Rede Central de Frio para atender de forma adequada a todas as vacinas do calendário para o Distrito Federal. Diante das tratativas com o Ministério da Saúde estamos trabalhando com todos os cenários possíveis, tanto para uma necessidade de adequação do espaço, quanto de aquisições que se façam necessárias para melhor acomodação dos insumos e de todo e qualquer outro item que for pertinente para atender aos protocolos da vacina”, explicou Divino.

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As informações são da Agência Brasília




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