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Cidades

Saúde investe R$ 166 mi em materiais médico-hospitalares

Equipamentos de atendimento odontológico passaram a ser comprados pela Secretaria de Saúde em 2019

Willian Matos

Publicado

em

saude
Foto: Breno Esaki/Saúde-DF
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Willian Matos
redacao@grupojbr.com

A Secretaria de Saúde investiu, nos primeiros seis meses de 2019, R$ 166,3 milhões na compra de materiais médico-hospitalares e medicamentos. Destaque para os equipamentos de atendimento odontológico, que não eram comprados pela pasta.

O estoque de luvas cirúrgicas e de procedimento foram reabastecidos. Havia uma defasagem nestes produtos por conta de problemas com a matéria-prima.

No período, ocorreram 2.527 recebimentos, na Farmácia Central, de medicamentos, materiais de laboratório, médico-hospitalares, de Odontologia, órteses, próteses e materiais especiais; e 2.360 recebimentos, no Almoxarifado Central, de materiais de expediente, fraldas, cadeiras de rodas, entre outros produtos.

O diretor de Programação de Medicamentos e Insumos para Saúde, Pedro Henrique Côrtes de Sousa, destaca a aquisição de 10,5 milhões fitas reagentes para teste de glicemia capilar, destinadas à Atenção Básica, bem como a aquisição de avental e capote cirúrgico estéril e de compressas cirúrgicas. O investimento total em aquisição de materiais médico-hospitalares foi de R$ 47,2 milhões.

Medicamentos

A maior parte dos investimentos foi para a compra de medicamentos, um total de R$ 119.056.585,23. Com isso, o atual índice de abastecimento é de 92,18%. Porém, todos os que ainda faltam já estão com processo de compra em andamento. 

“A Secretaria vem trabalhando arduamente para que os processos de compra ocorram de forma mais célere”, explica Pedro Henrique. Para isso, realiza a gestão dos prazos dos processos e garante que todos os insumos estejam em processo de compra regular. 

“Caso os processos apresentem entraves quanto ao tempo ou diversos históricos de fracassos, a Secretaria, imediatamente, realiza a tentativa de adesão a Atas de registro de Preços de outros estados e, em caso de insucesso, tenta-se a aquisição de forma emergencial”, explica Pedro Henrique. 

Dentre os itens de destaque, está a compra de 4,4 milhões de medicamentos para epilepsia, antidepressivos, anestésicos e ansiolíticos. Além disso, foram adquiridos 200.528 hormônios, imunossupressores e agentes antineoplásicos que estavam com os estoques zerados na rede.

Com informações da Agência Brasília


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