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Rodoviária: obras devem começar em 20 dias

Custo total da obra na Rodoviária do Plano Piloto deve ser de R$ 6 milhões

Willian Matos

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em

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Willian Matos
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Segundo previsão do diretor de Edificações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Francisco Ramos, as obras de reparo da rodoviária do Plano Piloto devem começar num prazo de 20 dias e custar cerca de R$ 6 milhões. O GDF vem fazendo intervenções no local desde o dia 26.

“Estamos providenciando o projeto básico, um relatório com termo de referência com as normas, os critérios técnicos e o orçamento, e depois vamos informar as empresas para a contratação dos serviços emergenciais”, informa o diretor de Edificações. O primeiro passo foi dado um dia antes, com uma vistoria em conjunto com a Novacap e a Defesa Civil no local, quando foi detectado, num curto prazo de tempo, na laje de cobertura da plataforma inferior, o avanço de uma abertura com risco de colapso imediato. Por determinação do governador Ibaneis Rocha, foi interditado o trânsito na plataforma superior da rodoviária, no sentido norte-sul.

Ponto central de Brasília, Rodoviária pede socorro. Foto: Henrique Kotnick/Jornal de Brasília

A inspeção realizada pelos dois órgãos no espaço detectou ainda outros 15 pontos problemáticos que também estão sendo inspecionados pela equipe da Novacap. Ainda de acordo com Francisco Ramos, a decisão preventiva do governo se mostrou correta e eficiente porque, de lá para cá, sem nenhuma movimentação de carros na região, não houve mais nenhuma alteração na rachadura detectada. “O importante foi fazer a interdição do local e evitar a sobrecarga nos pontos críticos, ou seja, nós monitoramos isso de lá para cá e não houve nenhum tipo de alteração”, assegura.

Reforço metálico

Após esse período de recuperação, dentro do prazo previsto, a Novacap vai continuar a monitorar as áreas críticas. Assim que a empresa entrar em ação, o procedimento a ser realizado é simples e prático. “É um serviço em que a empresa entra, escora e executa”, detalha Francisco.

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Na prática, a primeira etapa do trabalho consiste no tratamento das fissuras, com o preenchimento dos espaços vagos entre os dois pilares de concreto com produtos químicos. Em seguida, o local recuperado será revestido por grossa manta de fibra de carbono, material dez vezes mais resistente que o aço. “É como se fosse um baita de um reforço metálico”, compara Francisco Ramos. Com informações da Agência Brasília




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