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Projetos na Estrutural: campanhas arrecadam doações para famílias vulneráveis

O isolamento social e a paralisação das atividades comerciais e estudantis deixou muitas famílias em condição de subsistência

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Arthur Vieira e Evellyn Luchetta
Jornal de Brasília/Agência UniCEUB

Organizações comunitárias na Cidade Estrutural, como o Projeto Inglês na Estrutural (InE) e o grupo Coletivo da Cidade criaram uma campanha para arrecadar alimentos, produtos de higiene, remédios e fundos financeiros para complementar as doações.

A pandemia da COVID-19 já levou mais de 11 mil pessoas à óbito, o isolamento social e a paralisação das atividades comerciais e estudantis deixou muitas outras em condição de subsistência. 

“A gente começou a dialogar e perceber que precisávamos construir uma estratégia unificada, que a gente conseguisse o máximo de doação para poder responder à necessidade das famílias, e foi daí que a gente conseguiu organizar o projeto”,  afirma Coracy Coelho, coordenador do Coletivo da Cidade.   Segundo voluntários da campanha Inglês na Estrutural, cerca de 800 famílias estão sendo beneficiadas pelas doações, sendo participantes do projeto ou não. “A gente está divulgando nas redes sociais, usando a conta institucional, e também estamos dando a possibilidade de fazer a entrega no espaço coletivo que fica na cidade Estrutural”, afirma Coracy Coelho.

As doações de alimentos, mantimentos e remédios estão sendo organizadas através do formulário a seguir: https://bit.ly/3dnliTlAs doações de dinheiro para o projeto podem ser feitas por depósito (conta do Banco do Brasil, agência: 1507-5, conta: 59563-2, com CNPJ: 16.482.372/0001-31)    

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“A campanha começou em março. Assim que as restrições com o trabalho começaram, as famílias com renda informal, com a catação ou a prestação de serviços foram imediatamente impactadas com a restrição do trânsito nas ruas.

Mas a gente espera que os auxílios do governo possam complementar o trabalho que estamos fazendo”, afirma Coracy.

Foto: Arquivo Pessoal

Vulnerabilidade

Boa parte das famílias em quarentena vive em situações de extrema vulnerabilidade. “Tem mães lá com 6, 8 filhos e sem ter o que comer em casa”, relata Mercedes Albuquerque, uma das voluntárias do grupo Coletivo na Cidade. 

O grupo se prontifica a ajudar; mais do que o comprometimento coletivo, os voluntários também têm suas motivações pessoais. “Para nós, que temos tanto em casa, não custa nada ajudar a quem precisa,  e pra mim é um prazer, uma alegria”, disse Mercedes.

 


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