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Privatização da CEB atrairá investimentos para melhoria dos serviços de energia, avalia CNI

A iniciativa privada passa a responder por 78% do setor de distribuição de energia elétrica no Brasil

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João Paulo de Brito
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera um sucesso o leilão da Companhia Energética de Brasília (CEB) realizado nesta sexta-feira (4), na Bolsa de Valores de São Paulo. A empresa Neoenergia arrematou o controle da CEB Distribuição pelo valor de R$ 2,51 bilhões, com ágio de 76,63% em relação ao preço mínimo de venda, que era de R$ 1,42 bilhão. O certame contou também com a participação das empresas Equatorial e CPFL.

A CNI avalia que a privatização da CEB terá importância estratégica para a melhoria dos serviços de distribuição de energia no Distrito Federal, especialmente por prever robustos investimentos com obras de ampliação e modernização da infraestrutura da companhia. “Em uma realidade de intensa restrição fiscal, é essencial para o país se contrapor à limitação de recursos públicos com uma maior participação da iniciativa privada, tanto nos investimentos, como na gestão da infraestrutura”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

“Nesse contexto, o processo de privatização se impõe como um instrumento decisivo para a modernização da infraestrutura, com a transferência de empresas e ativos do Estado para o setor privado, e para serem operados sob uma nova governança”, acrescenta o presidente da CNI.

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78% do setor de distribuição de energia sob controle privado

Nos últimos anos, foram realizadas importantes concessões à iniciativa privada no setor elétrico. Merecem destaque os leilões das sete distribuidoras de energia elétrica federais. Já contabilizada à privatização da CEB ocorrida hoje, 78% do setor de distribuição de energia elétrica no Brasil está sob controle privado, restando apenas seis empresas controladas por estados ou municípios.

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Na avaliação da CNI, a continuidade e o aprofundamento dos processos de concessão e de privatização adotados até o momento são questões chave para intensificar o processo de recuperação e auxiliar na pavimentação de um novo ciclo de crescimento com base na expansão do investimento.

A CNI defende também a privatização da Eletrobras, que é a maior holding do setor elétrico da América Latina e uma das cinco maiores geradoras hidrelétricas do mundo em capacidade instalada. Além disso, a Eletrobras detém mais de 30% da geração do Brasil e mais de 70 mil quilômetros de linhas de transmissão. Para a CNI, a empresa precisa realizar os investimentos necessários sem as amarras do controle público e com a agilidade do setor privado.

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Com informações da CNI




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