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Polícia indicia três pessoas por afogamento de escoteiro em Águas Claras

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A nova regulamentação aérea européia pode proibir em definitivo o embarque de líquidos, pill what is ed cremes e géis na bagagem de mão, order devido ao ataque frustrado pela polícia britânica no mês passado, page disseram fontes próximas à negociação das novas normas.

De acordo com essas informações, as novas regras podem limitar bastante o tamanho da bagagem de mão e vetar o embarque de itens como pasta de dente e hidratantes em toda a União Européia (UE).

Especialistas em segurança dos 25 países-membros da UE se reuniram em Bruxelas esta semana para discutir as mudanças, e há outra reunião marcada para os dias 6 e 7 de setembro.

"Os países-membros estão pensando em proibir todos os líquidos a bordo para todos os vôos", afirmou uma fonte que pediu para não ser identificada.

"Eles estão considerando seriamente restringir o tamanho da bagagem de mão para dimensões menores que as da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo)", disse a fonte.

Para a fonte, isso pode até dificultar a fiscalização, já que as pessoas colocariam muita coisa dentro de bolsas pequenas. "Vai criar um caos em termos de tempo de espera". Outra fonte disse que estão sendo estudadas exceções, como para produtos comprados nos free shops de aeroportos, que poderiam ser vendidos em embalagens lacradas. A Comissão Européia não quis comentar o assunto.

A fiscalização nos aeroportos europeus, tirando a Grã-Bretanha, está praticamente inalterada em relação a antes de 10 de agosto, quando a polícia britânica anunciou ter desbaratado um plano para explodir aviões em pleno vôo com explosivos líquidos.

Os passageiros do continente europeu não precisaram tirar os sapatos e os cintos (prática comum nos Estados Unidos) nem tiveram de entregar garrafas de água e outros líquidos.

"Não mudamos nada, exceto para os vôos com destino aos EUA", disse Robert Dusek, do aeroporto Flughafen Wien, em Viena.

Os aeroportos de Frankfurt, Atenas e Madri também não fizeram modificações em seus procedimentos de segurança.

A indústria do transporte aéreo, que quer evitar os atrasos e a redução no tráfego de passageiros que se seguiram aos ataques de 11 de setembro de 2001, espera que qualquer mudança nos procedimentos seja proporcional aos riscos reais.

"Qualquer medida que seja tomada tem de ser realista, com alvo certo, e acima de tudo gerenciável e sustentável", disse Stephen Hogan, porta-voz da ACI Europe, um grupo que representa aeroportos e tem sede em Bruxelas.

A UE já está tentando tornar as viagens aéreas mais seguras, coletando mais dados sobre os passageiros, utilizando passaportes biométricos e empregando tecnologia avançada para detectar melhor artigos perigosos nos postos de fiscalização.

A polícia indiciou por homicídio culposo (sem intenção) os chefes de escotismo Gustavo Michelotti Fleck, price advogado, buy 28 anos;  Janaína Rico Torres Berto, estudante, 26 anos; e Cristina Moreira Schiel, advogada, 30 anos. Os três foram considerados negligentes no episódio que resultou no afogamento e na morte do escoteiro Guilherme Pires Ferreira, 16 anos, no Parque Águas Claras, há 20 dias.

De acordo com a 21ª DP (Taguatinga Sul), os três podem pegar de um a três anos de prisão. No dia do afogamento, Gustavo elaborou as atividades praticadas pelos escoteiros sem bóias, coletes salva-vidas, cordas ou qualquer equipamento de segurança. Chefes de grupamento responsáveis pela Lagoa dos Patos, Cristina e Janaína tinham autoridade para suspender a prova de travessia.

A polícia ouviu 31 pessoas entre chefes de escoteiros, escoteiros, funcionários do Parque de Águas Claras e outras testemunhas, a fim de saber exatamente o que aconteceu. No dia da prova, aproximadamente 20 escoteiros entraram simultaneamente na água para cumprir atividade proposta por Gustavo. As chefes Cristina e Janaína coordenaram a largada.

Após a morte de Guilherme, a Secretaria de Administração de Parques (Comparques) colocou na margem da Lagoa dos Patos uma placa proibindo a natação no local. O órgão alega que já era proibido nadar na lagoa antes do acidente, mas não havia sinalização.


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