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Cidades

PM apreende mais de 130 aves que eram maltratadas em rinhas de galo

Muitas delas estavam mortas. Outras, desnutridas e desidratadas. Dono da chácara onde os animais ficaram foi preso

Willian Matos

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Willian Matos
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A Polícia Militar do Goiás (PM-GO) desativou, no último domingo (30), uma “arena” onde ocorriam rinhas de galo. A chácara fica em Valparaíso de Goiás, no Entorno Sul do DF. Mais de 130 aves, entre galos e canários silvestres, foram recolhidas — dentre elas, algumas mortas e muitas machucadas. Elas ficavam amarradas e presas em baias esperando as brigas.

Mais de 200 pessoas participavam das rinhas. Alguns deles apostavam até R$ 5 mil nas aves. Dentre os participantes, tinha gente de todo lugar do país e até da Bolívia.

Segundo a Polícia, a espécie de atentado às aves era bem organizado. “Dá para perceber que é tudo muito estruturado, então, isso já vem acontecendo há muito tempo. Muitos dos animais foram encontrados em baias. A situação que eles se encontravam já configura maus tratos. Presos, amarrados, vários animais mortos e ensanguentados”, afirmou o tenente Luís Fernando.

As rinhas ocorriam quinzenalmente e duravam até três dias seguidos. Os galos lutavam até a morte em alguns casos. Dentre os apostadores, dois eram foragidos da polícia e foram presos. A Polícia também prendeu o dono da chácara, que portava uma arma.

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A Secretaria de Meio Ambiente de Valparaíso de Goiás informou à TV Anhanguera que abrigou os animais — muitos deles estavam desnutridos e desidratados — na sede do órgão. Eles serão levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Brasília.




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