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‘Plano é levar mais obras para todo o DF’, diz novo Secretário de Governo

Em entrevista ao Jornal de Brasília, José Humberto Pires revelou que os problemas atuais são o mesmo da época do ex-governador Arruda

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Lucas Valenca
lucas.valenca@grupojbr.com

As mudanças que vêm sendo feitas no secretariado do Buriti fez com que o governo criasse o posto de Secretário de Governo, que será conduzido pelo empresário José Humberto Pires.

São tratados nesta entrevista assuntos como o apoio às Regiões Administrativas e uma provável eleição dos representantes de cada região.

O gestor já havia ocupado a função durante o governo do ex-governador José Roberto Arruda e representa a proximidade da família Arruda com o atual governo.

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Por que surgiu a necessidade de criar a Secretaria de Governo? Quais serão suas funções?

A secretaria assume todas as atribuições executivas do governo, notadamente as que exigem a participação de mais de uma secretaria, órgão ou empresa. Ela chega para ser uma facilitadora dos procedimentos e ações do governo. O plano é cumprir os compromissos de campanha, levar obras e benefícios do governo para todo o DF de forma mais estruturada.

Qual a visão do Buriti com relação às demais cidades do DF, além de Brasília?

O Distrito Federal é um só. Obviamente as regiões mais carentes têm mais atenção, mas nenhum das cidades fica sem apoio, sem o necessário. O objetivo é sempre atender a todos, de acordo com as prioridades. Cito como exemplo Vicente Pires e Sol Nascente, onde o governo tem concentrado esforços para resolver problemas muito urgentes. Mas sem prejuízo de atender a todas as comunidades.

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O senhor teve o mesmo cargo no governo de José Roberto Arruda. O foco será o mesmo? O que muda?

Os problemas são os mesmos, mas os objetivos são diferentes. O governo tem uma série de obras importantes a serem feitas, como viadutos em áreas críticas, melhorias em vias, duplicações de estradas, construção de escolas, unidades de saúde, entre outros.

Há determinadas vocações de cada cidade que serão exploradas economicamente? Indústria, comércio, turismo?

Sim, isso já está sendo feito. As áreas de desenvolvimento econômico de Ceilândia, Gama e Santa Maria já estão recebendo investimentos de mais de R$ 70 milhões de dólares para receber empresas de grande porte. Até uma subestação de energia elétrica está sendo instalada na Ceilândia para poder garantir o funcionamento.

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O governador anterior teve como promessa de campanha, não cumprida, fazer eleições para os administradores regionais. Esse é o caminho?

É um bom caminho. As comunidades têm direito de participar da escolha de seus líderes. A atual gestão já elaborou um projeto – para aperfeiçoar o projeto original do deputado Chico Vigilante (PT) – no sentido de se criar uma lista de candidatos a partir da escolha da sociedade organizada de onde o governador extrairia o nome do administrador.


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