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“O setor pode entrar em colapso”, diz presidente no Sinepe-DF

O presidente do Sinpe diz tentar reunir os protagonistas no retorno das aulas presenciais das escolas particulares para o diálogo

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Vitor Mendonça/ Jornal de Brasília
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Após uma reunião com o chefe da Assessoria Estratégica do Governo do Distrito Federal, Renato Ramos, o presidente do Sinepe-DF, Álvaro Domingos, afirmou que se medidas para o retorno das aulas presenciais nas escolas particulares não forem tomadas o mais breve possível, o setor “pode entrar em colapso”.

Segundo Domingues, a reunião foi feita para falar sobre as tratativas de retorno das aulas presenciais nas escolas particulares do DF. “Reiteramos que essa foi mais uma ação feita pelo Sinepe de reunir os protagonistas no retorno das escolas particulares para o diálogo. Nós entendemos que é a conscientização das partes e o diálogo que pode trazer a solução para essa questão que aflige e desnorteia todo o planejamento das escolas particulares”, afirmou.

O presidente do sindicato afirmou, ainda, que a intervenção feita pelo Ministério Público para retorno das aulas trouxe “apreensão e prejuízo às nossas escolas”. “Esperávamos, na reunião com o gabinete civil, a presença dos professores, do Sindicato dos Professores (Sinproep), para que pudéssemos construir uma solução, porque falta pouco”, disse.

“Convergimos nas medidas sanitárias e pedagógicas, mas divergimos no calendário, que é urgente para nossas instituições, visto que muitas delas não conseguem mais sobreviver ao que se impõe no momento”, lamentou Domingues ao sair da reunião, que aconteceu por volta de 12h30 desta segunda-feira (10).

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Ele explica que essa situação pode gerar demissão e intranquilidade para a categoria, fazendo com que ocorra um “descumprimento de precedentes fundamentais  da constituição no atendimento às crianças por falta de vagas no ano que vem”. “O setor pode entrar em colapso”, ressaltou.

“Nós reiteramos que o governador fez a sua parte a cabe a nós, de forma sensata, por meio do diálogo, chegarmos a convergimos num posicionamento de calendário para retomarmos as nossas atividades e, dessa forma, as escolas poderem ser multiplicadoras dessa nova etiqueta de convivência e profilaxia neste momento, contribuindo para esse ‘novo normal'”, finalizou o presidente do Sinepe.




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