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Na rede pública, mamógrafos têm função de acessibilidade 

Cadeirantes e pessoas com nanismo podem fazer o exame com mais comodidade

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

Nesta terça-feira (3) comemora-se o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. E nesta data a rede pública passa por um processo de renovação tecnológica. Chegaram cinco novos mamógrafos que além de permitir melhor detalhamento dos exames, facilitam o acesso de cadeirantes e pessoas com nanismo, uma ótima notícia, especialmente na data em que se comemora, em todo o mundo, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

Os equipamentos de última geração permitem adaptação de altura – funcionalidade que garante acessibilidade e inclusão às mulheres que necessitam fazer mamografia nas unidades da pasta. Essa possibilidade é, também, mais uma ação de humanização dos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde no Distrito Federal.

Dos cinco aparelhos, três já estão em operação no Hospital Regional de Sobradinho, Materno Infantil de Brasília e Base. Os outros dois estão no Hospital Regional de Taguatinga e no Centro de Radiologia de Taguatinga (CRT).

Melhorias

Os novos mamógrafos de Taguatinga substituem outros dois com menos recursos tecnológicos e que não realizavam o agulhamento – capacidade para realizar procedimentos de biópsia. Outra vantagem é a baixa emissão de radiação durante o exame.

“Os novos aparelhos vieram para modernizar e melhorar a qualidade do atendimento às nossas pacientes. Com eles, teremos imagens mais definidas, o que auxiliará os médicos na hora do diagnóstico, podendo acelerar o início do tratamento já que diminui a necessidade de repetir o exame”, avalia o superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Luciano Agrizzi.

Durante esta semana, os profissionais do HRT estão em processo de capacitação para manusear o equipamento. A previsão é de que sejam atendidos até 36 pacientes por dia, totalizando cerca de 900 por mês. A capacidade de atendimento diária do CRT é de 30 pacientes por dia.

Mamografia

O exame de mamografia é recomendado pelo Ministério da Saúde para mulheres que tenham entre 50 e 69 anos. As que têm 35 anos ou mais, se tiverem histórico na família de câncer de mama bilateral, de ovário ou outro tipo, também devem fazer o exame.

Todas as unidades básicas de saúde estão preparadas para fazer o acolhimento e realizar o pedido dos exames.

Com informações da Agência Brasília.


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