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Cidades

Mulher e ex teriam chamado dona de festa de “vagabunda” antes das mortes

Guerra de versões tem marcado o caso. Fato é que duas pessoas foram mortas a facadas

Willian Matos

Publicado

em

Foto: Pedro Marra/Jornal de Brasília
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As mortes de Roseli Sousa Santos, de 33 anos, e o ex-companheiro dela, Aneilton Vitorino da Silva, de 29, ainda seguem sob investigação da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). Após a suspeita de que Aneilton teria matado a ex, uma nova linha leva a crer que os dois morreram, na verdade, após golpes do companheiro da dona da casa onde ocorria uma festa na noite de sábado (31). Essa mulher, supostamente autora dos crimes, teria sido chamada de “vagabunda”.

Roseli, Aneilton, a dona da casa e o companheiro dela estavam nessa festa, no núcleo rural Café Sem Troco, no Paranoá. Em determinado momento, Roseli teria xingado a proprietária de “vagabunda”. Revoltado, o companheiro desta mulher ofendida teria dado golpes de faca em Roseli. Aneilton, então, tentou defender a vítima e acabou levando 10 facadas e tijoladas na cabeça.

A hipótese, no entanto, ainda não é confirmada. Para a delegada-chefe da 6ª DP, Jane Klebia, nenhuma linha de investigação pode ser ignorada. “Nenhuma das versões pode ser confirmada ou descartada. Prosseguimos apurando para estabelecer a verdade”, afirma.

As investigações seguem. Outros participantes da festa, que testemunharam o crime, deverão ser ouvidos pela polícia. A faca utilizada no crime foi apreendida.

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