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Motolâncias ‘driblam’ trânsito para atender rapidamente

Nove duplas estão distribuídas pelo território do DF, em uma solução para dias de engarrafamento

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Foto: Breno Esaki/Saúde-DF
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Chegar rapidamente até os pacientes que necessitam de atendimento nem sempre é fácil para veículos do tamanho de uma ambulância, ainda mais nos horários de pico no trânsito do Distrito Federal. Para agilizar os atendimentos, desde 2009 o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Distrito Federal conta com a agilidade das motocicletas para dar início a esses chamados de socorro.

Atualmente são 20 motolâncias, como foram batizados os veículos, utilizadas por enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam em duplas, orientados pelos médicos de plantão do 192.

A fim de aprimorar esses atendimentos, o Samu promove treinamentos contínuos e mantém as equipes sempre preparadas para atender desde um corte simples ou um desmaio até uma ocorrência de grande gravidade – parada cardiorrespiratória, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, queimaduras e outras situações.

Atuação no DF

Para cada socorro são acionadas duas motos com um enfermeiro e um técnico de enfermagem, ou mesmo dois técnicos. A todo momento esses profissionais recebem orientação dos médicos na central 192, até a chegada da ambulância para remoção, quando necessário. Ao todo são nove duplas que ficam localizadas nas regiões administrativas do Gama, Ceilândia, Guará, Recanto das Emas, Santa Maria, Taguatinga, Sobradinho, Samambaia e Plano Piloto.

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No ano de 2019, as equipes das motos realizaram 3.630 socorros, entre os quais apenas a dupla do Plano Piloto realizou 859 atendimentos. Os dados deste ano ainda não foram compilados devido a outras demandas provocadas pela pandemia.




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