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Morador do DF recebe coração que veio de Minas Gerais

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Matheus Venzi
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Uma ajuda que veio de longe. Um homem de 55 anos, morador do Distrito Federal, recebeu neste domingo (15) um novo coração. O órgão veio do município de Patos de Minas-MG, transportado por uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). O transplante durou cerca de cinco horas e o paciente segue se recuperando do procedimento.

Na capital, o coração foi transportado da base aérea da FAB até o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) pelo helicóptero do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran), acompanhado de duas enfermeiras. A viagem durou cerca de seis minutos. O membro da tripulação da aeronave, o agente de trânsito Sérgio Dolghi, conta a emoção do trajeto. “É um dos voos mais gratificantes que nós fazemos. De uma forma ou de outra, salvamos a vida de alguém”, relata.

O paciente beneficiado possuía a doença de chagas e entrou na lista de espera neste ano. Há uma semana, ele passou a ser prioridade nacional. O homem permanece estável enquanto se recupera da cirurgia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, 38 pessoas entraram na lista de espera por um coração do DF somente no primeiro semestre deste ano, sete delas faleceram enquanto aguardavam. No mesmo período também foram realizados 16 transplantes. Atualmente, 19 pacientes ainda aguardam na fila.

Decreto federal

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Em junho do ano passado, quando ainda era interino, o presidente Michel Temer assinou um decreto que determina a disponibilidade de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para transporte de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para transplante em todo o território nacional.

A medida foi tomada porque, antes, pacientes ficavam sem receber o transplante quando não havia transporte disponível para fazer o traslado. Com o decreto, um avião da FAB fica sempre à disposição para transportar os órgãos.

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Conforme o governo federal, o Ministério da Saúde tem um acordo voluntário com todas as companhias aéreas e a FAB para transplante de órgãos. Quando há ofertas de órgãos, tem início o processo de busca de pacientes na lista de espera.




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